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sexta-feira, 17 de junho de 2016






INTRODUÇÃO DO LIVRO / HISTÓRIA SOBRE O HAICAI NO BRASIL

O Haicai é uma forma poética que se originou no Japão no século XVI. Muito difundido naquele país, vem se espalhando por todo o mundo desde o início do século XX. Possui uma longa história que retoma a filosofia espiritualista e o simbolismo.

Sua composição obedece a regras bem definidas; entretanto, existem poemas baseados em apenas algumas das sua...
s características.

Mais do que inspiração, é preciso meditação, esforço e principalmente percepção para a composição de um verdadeiro Haicai.

O Haicai – “Haiku”, nome original Japonês, se caracteriza pela brevidade da sua forma.

O Haiku japonês é um pequeno poema de três versos, de cinco, sete, cinco sílabas, respectivamente, que resumem uma impressão, um conceito, um drama, um poema, às vezes deliciosamente, não raro profundamente.

A regra rígida de cinco, sete, cinco sílabas no Haiku Japonês, em sua forma ocidentalizada conhecida como Haicai, nem sempre é obedecida, o que de forma alguma muda o seu conteúdo, apenas a sua forma de apresentação.

Contudo, no que tange a utilização do título no Haicai, este deve ser evitado a qualquer custo, por ser uma prática estranha à sua tradição. Justifica-se esse posicionamento, vez que ao introduzir um título, o autor estará direcionando a leitura do poema.

Com o poeta Matsuo Bashô, um dos nomes mais importantes da Literatura Japonesa, o Haiku ganha a definição, a grandeza e a solenidade que o distinguem até hoje.

Apesar de possuir uma estrutura menor que a dos demais poemas, agrega profundidade e expressão existencial.

No Brasil, o Haiku chegou no início do século XX em sua forma ocidentalizada, sendo mais conhecido como Haicais, e não demorou muito passou a ter adeptos famosos como Afrânio Peixoto, Guilherme de Almeida, Haroldo de Campos, Millôr Fernandes, Paulo Leminski, Helena Kolody, entre outros.

Afrânio Peixoto foi um dos primeiros cultivadores do Haicai no Brasil. A ele se seguiram vários outros, mas foi apenas com Guilherme de Almeida que o Haicai se popularizou, dado o prestígio do poeta e a boa qualidade de alguns dos poemas.

Fora da comunidade japonesa, Leminski representa a melhor e a mais conhecida realização de Haicais no Brasil.

Pode-se dizer que seus Haicais não se parecem muito com o Haiku original Japonês, mas não há a menor dúvida de que na sua poesia se encontram presentes, em alto grau, algumas das qualidades mais notáveis do Haicai.

O Haicai, com sua linguagem objetiva, mostra sem dizer, sugere, compartilha, abre espaço para o leitor completar ou complementar o poema segundo sua própria experiência e sensibilidade poética.
É uma arte que nasce de fora para dentro, que aceita o fazer coletivo, o compartilhamento, que se aprende na relação com o outro.

A poesia ocidental, dita “clássica”, com rimas, título, versos formando estrofes, é mensagem direcionada, arte individual que se constrói de dentro para fora; os sentimentos, emoções, ideias e pensamentos do autor são o seu assunto em seus poemas.

Como poeta contemporâneo, acredito que, a principal diferença entre o Haicai e a poesia dita clássica é o “vazio”, o não dito. É uma das características mais marcantes do Haicai, em oposição ao caráter extremamente “cheio” e “dito” dos poemas convencionais.

E a semelhança é que ambos, em linguagem poética, são transmissores de emoção, sensação, sentimentos.

Contudo, na migração do Haicai para outros países, algumas das regras anteriores são seguidas com maior ou menor fidelidade, enquanto outras podem ser até mesmo ignoradas, dependendo de cada poeta.

E, da minha parte, ao escrever um Haicai, seja com 5, 7, 5 sílabas, seja com mais ou menos que isto, apenas deixo a inspiração e a sensibilidade do momento me guiarem, ou seja, coisas de um poeta, cuja maior característica pessoal, é ser movido pelo que dita o coração. Ele manda, eu escrevo, compartilho com você leitor e sua participação na complementação mental de cada poema, é essencial.

Juntos, nas asas da poesia, nos completamos e sem duvida nenhuma, podemos tirar os pés do chão, com muito sentimento e emoção seja em meus poemas contemporâneos ou em forma de Haicai.

Este foi o meu primeiro livro publicado com poemas em Haicai escritos ao longo dos anos por puro prazer e, os versos nele contidos, sem obedecer na íntegra as regras do Haiku Japonês, tem a mais deslavada intenção de tocar o seu coração, atiçar a sua imaginação, além de literalmente aguçar a sua sensibilidade, suas emoções e, sendo assim, conto com você leitor para participar comigo, desta minha primeira “viagem” publicada nas versões impressa e digital pelo mundo dos Haicais!

Exemplo de Haicai adaptado ao nosso país:

um leitão a pururuca
vai a leilão na quermesse
gato de olho no lance

Bem vindo a bordo!




 José Araújo
Escritor e Poeta

segunda-feira, 18 de abril de 2016






Depois deste livro, a Cidade de ‪#‎ORLANDIA‬ no interior do Estado de São Paulo, para muitos leitores tornou-se um sonho de consumo para quem quer encontrar e viver um grande amor.

Prêmio Literarte de Melhor Romance do Ano de 2011, em Goiânia, Goiás, agora em Segunda Edição, transformada na Série “Haras” a pedido dos leitores que o elegeram um romance inesquecível! 

Desde criança, Helena sempre foi apaixonada por Rodrigo, um homem quinze anos mais velho que a viu nascer e a tratava como uma irmã, mas apesar de ama-la também, resistia em aceitar seus verdadeiros sentimentos. 

Helena escondeu de todos o seu amor por ele, até que soube que Rodrigo iria se casar. 

Ela jurou a si mesma que ele um dia seria dela e, era chegada a hora de lutar por ele com todas as armas que estivessem ao seu alcance, todas mesmo, mas, iria ela ser páreo até para uma Top Model francesa?

Quem leu a Primeira Edição se apaixonou por este romance e pediu mais.

Em sua segunda edição está na ‪#‎BIENALDOLIVRODEMINAS‬ para deleite dos amantes de um bom romance adulto que cumpre o que promete, aquecer relações!

Se você não leu, chegou a chance de também se apaixonar por ele e pelos próximos volumes da Série Haras!

A venda na Bienal do Livro de Minas no Stand D16 da PerSe - Publique-se ou no site na Loja Virtual.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015


HARAS - UM AMOR ENTRE O PODER E A DECADÊNCIA

Cod:N1422205622414


Segundo volume da Série Haras

Autor(es) JOSÉ ARAÚJO


Sinopse 

 
Pode o amor sobreviver entre o poder e a decadência e superar até mesmo as barreiras da morte? Mel era filha única e herdeira do Haras Santa Gertrudes que, em seus dias de glória, era símbolo de poder e riqueza. Seus pais jamais admitiriam que ela se casasse com alguém que não fosse de seu nível social. Rica e tratada pelos pais como uma princesa, nunca soubera o que era não ter dinheiro e também, nunca se preocupara se um dia iria faltar. Alex era um homem pobre que sabia o que era passar dificuldades financeiras na vida. Um jovem determinado que passara a trabalhar em dois empregos para poder terminar sua faculdade e, quem sabe, conseguir um lugar melhor ao Sol. Um de seus empregos era no Haras da família Reis e, como o amor não escolhe sexo, preferência sexual, cor, credo ou condição social, não tardou para unir Mel e Alex numa ardente e avassaladora relação que acabou de forma dolorida para ambos. 

Um reencontro aconteceu anos depois e, em meio a uma inesperada inversão de status social, ao preconceito, imaturidade, mágoas e revolta, houve uma nova separação.

Seria definitiva?

Estaria tudo acabado de uma vez por todas? 

Ou o amor será capaz de superar todos os obstáculos entre o poder e a decadência?

 
Informações e descrição da obra
 

Categoria(s): Romance - Literatura Nacional
Idioma: Português  
Edição/Ano: Primeira Edição 2015  
Numero de paginas: 222  
Peso: 304
Tipo de Capa: Capa cartão
Acabamento: Brochura com orelha
Papel: Offset 75g
Formato: 14 x 21 cm
Miolo: Preto e branco


Lançamento oficial será na Bienal do Livro do Rio de Janeiro 2015.

Pré venda disponível na loja virtual da Perse:


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domingo, 4 de janeiro de 2015



QUANTO VOCÊ ACHA QUE GANHA UM ESCRITOR NACIONAL?  RIOS DE DINHEIRO?

Se você pensa assim, vamos ver se continuará mantendo a mesma opinião após ler esta matéria.

Ok! Você ama escrever, tem talento, disciplina e até mesmo uma editora querendo publicar seu original, mas aí vem a pergunta que não quer calar:

Afinal, quanto eu vou ganhar com isso?

Bem, vamos ao assunto e os relatos e observações que se seguem são os casos mais comuns, a partir da minha experiência como autor independente, que já publicou em editoras convencionais e hoje, é optante pela autopublicação, mas na verdade, as editoras estão livres para outras negociações, cada uma age à sua maneira, não há um padrão obrigatório a ser seguido por todas, mas uma coisa é certa:

Quem ganha menos na publicação pelo método convencional é o “Pai da criança.”, ou seja, o escritor e se não tiver outra ocupação que possa garantir-lhe o sustento, não consegue sobreviver.

Vamos entender claramente quanto ganha um escritor com o uso do método convencional de publicação:

Critério:

Na maioria dos casos é percentual de direito autoral do escritor sobre sua obra, costuma ser entre 8% e 10% do preço de capa do exemplar vendido, mas o mais praticado no mercado editorial é 8%.

Entenda, se um livro esta à venda na livraria por R$30,00, se aplicarmos o percentual mínimo de 8% sobre este preço, teríamos R$2,40 (dois reais e quarenta centavos) de direito autoral para repasse ao autor quando da prestação de contas ou seja, para que um escritor pudesse ganhar razoavelmente exercendo unicamente esta profissão, teria que vender alguns milhares de livros por mês.

E sinceramente, sendo mesmo muito sincero, no Brasil os livros que vendem, são aqueles que chegam do exterior e principalmente, aqueles que aqui chegam com divulgação em massa pela mídia como sendo um Best Seller New York Times.

Portanto, ser escritor no Brasil, é ser um profissional das letras que faz o que faz por amor, por determinação de fazer aquilo que mais gosta na vida, não como uma fonte de renda para sobrevivência ou progresso financeiro.

Vendagem:

Cada livraria fecha de um jeito e em uma data.

As editoras sérias e idôneas, normalmente disponibilizam as planilhas de contabilidade para os autores uma vez a cada semestre, outras menos responsáveis quando cobradas das planilhas de vendas, que alegam aos autores que as livrarias só prestam contas anualmente, ou não prestaram ainda as contas do período anterior para ganhar tempo e fazem os acertos uma vez por ano e, é claro, como nada é um padrão no universo editorial nacional, há casos em que os autores não recebem prestação de contas e não raramente, acabam por não receber nem mesmo um centavo sobre seus irrisórios 8% de direito autoral sobre o preço de capa dos livros que foram vendidos.

Vale lembrar ainda, que quase sempre, nesta jogada está também o Distribuidor, aquele que se encarrega de distribuir os livros para as grandes livrarias e que muitas vezes é apontado como culpado pelas editoras, pelo atraso ou não prestação de contas.

Tempo de repasse:

Não é uma regra seguida por todas, mas na maioria das vezes, as editoras adiantam uma quantia a combinar para o autor, antes das vendas e vão descontando desta quantia os livros vendidos.

O autor só torna a receber quando e se ultrapassar aquela quantia já recebida em direitos autorais. Algumas editoras muito pequenas e sem fluxo de caixa para isso, pagam o autor nas suas datas de fechamento, normalmente de 3 em 3 meses, mas pode chegar até a 1 ano.

Tiragem:

As edições sempre tem uma quantidade de exemplares determinada e isto é sempre colocado muito claramente e muitas vezes,  consta até mesmo do seu contrato.

Você fica sabendo exatamente quantos exemplares rodaram em gráfica, quantos foram para imprensa, quantos foram para livraria, etc. Isto tudo é feito de forma muito transparente e às vezes o editor pede para você assinar junto com ele os exemplares de cortesia do editor (jornalistas, etc), contudo, o que você irá receber da tiragem impressa, só saberá quando a editora fizer os acertos do que foi vendido, antes, ficara apenas na expectativa e isto pode levar de seis meses a um ano para acontecer.

Autopublicação, distribuição e venda de livros:

Já se tornou clichê nos meios literários dizer que o trabalho do escritor não é fácil. Uma tarefa completamente solitária e que exige toda a força de vontade de alguém seguramente não é para qualquer um. Seria bonito dizer que a profissão de escritor exige um amor incomensurável pelas letras, pelas palavras, pela linguagem e pela atividade de contar histórias, mas a verdade é que a escritura de artigos, ensaios, poemas e romances é mais do que uma relação de amor com a escrita.

A ideia de se tornar um escritor implica num caso de obsessão com o ato de escrever. E ninguém que não seja obcecado por contar histórias ou estórias consegue se manter nesse trabalho por muito tempo.

O ofício do escritor é um balaio de problemáticas que precisam ser resolvidas uma a uma. Primeiro se tem uma ideia, aquela ideia que teima em não sair da cabeça e que vai se esparramando, criando tentáculos, até se tornar um universo ou o recorte de um universo quer funciona de acordo com os desígnios de seu criador, o escritor.

Mas brincar de Deus não é uma tarefa fácil.

A ideia deve ser trabalhada e retrabalhada, os parágrafos precisam ser trocados de lugar, as frases, cortadas e reescritas, até que o mundo criado pelo escritor faça sentido em si mesmo e comece a caminhar sozinho. Em entrevistas, quando perguntados sobre quando sabem que um projeto realmente chegará a algum lugar, quase todos os escritores dão a mesma resposta: eles passam a ter certeza de que uma ideia se transformará em um livro no momento em que seus personagens passam a ter vozes próprias, que fazem exigências e dão conselhos e quando a cópia do mundo, a mimese, criada pelo autor inicia o processo de funcionar sozinha, ditando suas próprias regras. Quando esse jogo começa, o escritor se vê num redemoinho criativo e o projeto do livro engata.

Mas essa não é a última fase.

Depois de tudo pronto, haverá a prova de fogo da literatura:

Convencer o departamento de avaliação de originais de alguma editora de que vale a pena publicar aquele livro.

Livros são como filhos para aqueles que os escreveram. E ver seu bebê rejeitado pelas editoras não é uma experiência fácil.

Na maior parte das vezes, as editoras rejeitam originais pelo simples fato de eles serem ruins: autores que vieram dos contos não conseguem escrever de acordo com a estrutura de um romance; autores sem experiência prévia enviam histórias coalhadas de erros básicos; autores acreditam que alguém realmente vai querer ler mais de quinhentas páginas de uma história que não é interessante ou, de alguma forma, profunda.

Outras vezes, o problema é que escritores novatos enviam seus manuscritos para as editoras erradas, cujos padrões de publicação não se coadunam com o tipo de história que o autor narra em seu livro.

Alguns originais não interessam porque não oferecem possibilidades comerciais e outros pecam por abusar dos clichês que estão na moda no momento.

A lista de motivos para que um escritor não tenha seu livro publicado não tem fim.

Mas os autores não se dão por vencidos e, com a internet e a popularização de leitores digitais, como o Kindle, o iPad e outros que permitem a leitura dos e-books em Pcs, Tablets e Smartfones a qualquer hora e em qualquer lugar, contam com uma nova arma, já conhecida há décadas no exterior,  para lutar na guerra do mercado editorial e fazer com que seus livros cheguem até os leitores e finalmente o “ Pai da criança” o escritor, possa receber de acordo ou seja, bem melhor do que no processo publicação em editoras convencionais, e esta arma, com uma extensa gama de recursos, é a autopublicação e não só autores os autores iniciantes estão aderindo a esta nova modalidade de publicação, grandes autores já fazem parte deste novo universo editorial paralelo, em fase de franca expansão e que certamente irá se popularizar a cada dia mais e mais entre os escritores devido aos resultados positivos.

Um exemplo do poder da autopublicação, foi o americano Hugh Howey que queria vender cinco mil exemplares de seus livros ao longo da vida. Ele se dedicaria à literatura por 10 anos até que começasse a contabilizar o resultado. A meta acabou se revelando modesta.

Nos dois primeiros anos, foram cerca de 4 mil exemplares. E então publicou Wool, o primeiro da série digital Silo. "Vendi mil cópias num mês, 3 mil no seguinte, 10 mil no terceiro mês", disse durante sua passagem pela Bienal do Livro de São Paulo.

Ele administra bem a expectativa.

"Faço isso dizendo a mim mesmo que amanhã nunca será como hoje. Mas publico há três anos, e só melhora", brinca o autor de ficção científica cuja estreia foi por uma editora pequena.

No entanto, ele logo percebeu que seria mais feliz cuidando das edições do começo ao fim.

Howey rasgou o contrato do segundo livro e partiu para a autopublicação, e credita o sucesso a dois fatores: o boca a boca e a produção intensa.

"Não tem propaganda melhor do que fazer o próximo livro, e o seguinte, e mais um. E com a autopublicação posso disponibilizar o livro uma semana após ter terminado o trabalho e não esperar um ano para sair por uma editora tradicional. Não quero que o leitor tenha de esperar."

Logo, os direitos foram vendidos para o cinema e os agentes literários apareceram, querendo negociar a sua obra, disponível em e-book na Amazon - ele publica pela KDP, plataforma da gigante americana e para impressão sob demanda.

A Intrínseca foi a primeira editora a comprar os direitos de Silo - hoje, o livro está em 32 países e contabiliza cerca de 2,5 milhões de exemplares vendidos em e-book e papel.

O exemplo de Howey não é o único e é cada dia mais comum ver autores independentes chamando a atenção das editoras. Alguns se rendem mediante um bom adiantamento. Outros fazem contratos híbridos: ficam com os direitos digitais e vendem os do livro físico.

Aqui, a moda também está começando a pegar. FML Pepper, dentista de Niterói, que também participou da Bienal, tem dois e-books pela KDP - Não Pare, Não Olhe (nessa segunda, o 17.º e-book mais vendido da Amazon), vai lançar Não Fuja e acaba de vender os direitos para a Valentina, que os lançará em papel em 2015. Sua história é curiosa: rejeitada por editoras, ela foi aprender nos EUA.

"Todos os casos de sucesso na autopublicação vinham de lá e queria me tornar um deles. Fui a conferências, estudei, corri atrás", conta. "Um bom sinal de que a autopublicação está funcionando é que entre os top 100 da Amazon sempre há alguns da KDP", comenta Alex Szapiro, diretor da empresa.

Além dela, há várias outras no Brasil com diferentes características, mas após ter testado várias concorrentes em âmbito nacional, eu, José Araújo, optei pela Perse-Publique-se e há 2 anos parei definitivamente de publicar meus livros através do processo convencional e rendi-me aos encantos e resultados positivos da autopublicação disponibilizando através deste método todos os meus títulos nas versões impressa e digital.  

Hoje eu ganho para escrever, para fazer o que mais amo na vida, não muito, mas ganho e antes, eu literalmente pagava para escrever.

Bem, começamos esta matéria questionando quanto ganha um escritor no Brasil, exemplificamos claramente o quanto um escritor pode ganhar publicando e vendendo seus livros pelo método convencional e, finalmente, chegamos à autopublicação, hoje uma grande realidade, que permite ao escritor publicar sem custos as suas obras e vende-las da forma que quiser, quando e onde quiser, com ou sem o uso de distribuidores, mas certamente, com ganhos reais por ter sido o responsável pela geração de seus “Filhos”, suas "Crias", o que normalmente não ocorre com a publicação pelo método convencional.

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Por José Araújo
Janeiro de 2015

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014



ALESSANDRA

Cod:N1418165589911


Autor(es)
JOSÉ ARAÚJO


 
 
 
Sinopse
 
Da garota humilde que fora um dia no agreste nada mais restara senão a pureza da alma e do coração. Linda, madura e realizada profissionalmente, a única coisa da qual sentia falta era de ter um amor. Naquele dia já distante do seu passado, ela partiu cheia de esperanças, de planos para o futuro. Batalhou muito, foi humilhada, explorada, passou frio, fome, sofreu assédio por parte de alguns de seus empregadores, comeu o pão que o diabo amassou para se formar e conseguir um lugar ao sol na cidade grande. Demorou, foi muito difícil, quase insuportável e, em muitos momentos, ela pensou em fazer as malas e retornar para o sertão, mas Alessandra não desistiu e agora, tudo de ruim havia sido deixado para trás, todas as suas tristezas, mágoas e dissabores dissiparam-se como que por encanto e à sua frente estava um futuro ainda mais promissor. Teriam finalmente terminado os tempos difíceis para Alessandra ou, no jogo da vida ainda haviam cartas marcadas nas mangas de seu destino?

 
Infomações e descrição da obra
 
 
Categoria(s): Literatura Nacional Idioma: Português Edição/Ano: Segunda Edição/2014 Numero de paginas: 254 Peso: 343
Tipo de Capa: Capa cartão Acabamento: Brochura com orelha Papel: Offset 75g Formato: 14 x 21 cm Miolo: Preto e branco


sexta-feira, 28 de novembro de 2014


OS ELFOS DE PARANAPIACABA
Cod:N1417120847367


Autor: JOSÉ ARAÚJO





Sinopse:

 
Quando Edú e Dorinha foram adotados pela família Smith Silva e foram morar na velha e pacata Vila de Paranapiacaba, nunca poderiam imaginar que, de uma hora para outra, estariam às voltas com o povo da Magia e em meio a Elfos, Magos, uma Bruxa malvada e com o terrível e poderoso Mestre do Mal que havia sido libertado de sua prisão por operários da prefeitura local, ao cavarem o solo em frente ao Castelinho. 

Mistério, aventuras e magia convivem lado a lado num pedacinho da Inglaterra perdido nos trópicos, mais precisamente em terras paulistanas. 

Venha participar de uma verdadeira viagem ao mundo da magia neste romance que vai prender você à trama, do começo ao fim!

 
Infomações e descrição da obra:

Categoria(s): Literatura Infanto-Juvenil
Idioma: Português
Edição/Ano: Segunda Edição/2014
Numero de paginas: 238
Peso: 323
Tipo de Capa: Capa cartão
Acabamento: Brochura com orelha
Papel: Offset 75g
Formato: 14 x 21 cm
Miolo: Preto e branco


quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Este é o meu segundo livro publicado com poemas em Haicai "Haiku" nome original japonês e nele, o tema escolhido foi as quatro estações do ano e foi inspirado na verdadeira aquarela de cores nas flores do meu jardim. Entre folhas verdes e viçosas, o azul, o amarelo e o branco predominam entre as flores visitadas por borboletas e beija-flores, que fazem uma festa para os olhos vistos da minha janela. E é com prazer, que mais uma vez, conto com você leitor para participar comigo, de mais uma “viagem” publicada nas versões impressa e digital pelo mundo dos Haicais!
 
 
Infomações e descrição da obra:

Categoria(s): Poesia
Idioma: Português
Edição/Ano: Primeira Edição/2014
Numero de paginas: 142
Peso: 206
Tipo de Capa: Capa cartão
Acabamento: Brochura com orelha
Papel: Offset 75g
Formato: 14 x 21 cm
Miolo: Preto e branco
 
 
 
 


sábado, 4 de janeiro de 2014


Sinopse
Você já foi à Bahia? Não? Eu não acredito! Você não sabe o que está perdendo! Sandra nasceu na Bahia, viveu boa parte de sua juventude no Pelourinho onde ajudava seus pais e seu irmão trabalhando durante o dia usando um traje de baiana tradicional, posando para fotos com turistas e estudando à noite. Contudo, ela sonhava em se tornar uma assistente social e quando surgiu a oportunidade, foi estudar em São Paulo. O tempo passou e ela não via a hora de voltar à sua terra natal. Agora ela estava de volta. Formada, já trabalhando na profissão que escolhera, Sandra estava de volta à Bahia e estava feliz. Mas, ainda faltava em sua vida um grande amor e foi admirando o por do sol em Salvador, ao lado do Elevador Lacerda que, emocionada com tanta beleza, pediu a Oxum que lhe trouxesse aquele que completaria sua felicidade e ela foi atendida, mas a Deusa do Amor lhe deu mais do que isto, trouxe a ela alguém muito especial, um homem três em um! Que mais ela poderia querer?
nfomações e descrição da obra
Categoria(s): Literatura Nacional
Idioma: Português
Edição/Ano: Primeira Edição/2014 
Numero de paginas: 212
Peso: 292
Tipo de Capa: Capa cartão
Acabamento: Brochura com orelha
Papel: Offset 75g
Formato: 14 x 21 cm
Miolo: Preto e branco 


domingo, 15 de dezembro de 2013





Sinopse
A Estrela do Sul, a maior nave da frota brasileira havia acabado de chegar de uma missão num planeta distante, próximo ao sistema solar de Maya, do outro lado do Universo, recém-descoberto e repleto de planetas com as mesmas características da terra, mas com habitantes medonhos e violentos. O capitão Leonardo Souza havia mais uma vez se mostrado capaz de superar e vencer qualquer obstáculo e apesar da violência que encontraram, não houve nenhuma perda. Todos regressaram vivos, cansados sim, mas vitoriosos. Conseguiram controlar os alienígenas e a paz foi estabelecida em todos os planetas da região. Mal acabou de desembarcar, Léo recebeu uma mensagem holográfica de seu chefe e soube desolado que suas tão sonhadas férias teriam que esperar mais um pouco. Deveria ser uma missão fácil. Teria apenas que pegar um objeto e voltar. Um trabalho de entrar e sair. Mas Léo iria descobrir que Lemuria não era um mito. Era uma maldição!
Infomações e descrição da obra
Categoria(s): Literatura Nacional
Idioma: Português
Edição/Ano: Preimeira edição/2014
Numero de paginas: 517
Peso: 663
Tipo de Capa: Capa cartão
Acabamento: Brochura com orelha
Papel: Offset 75g
Formato: 14 x 21 cm
Miolo: Preto e branco 

domingo, 27 de outubro de 2013





Sinopse
O homem através da ciência, pode manipular a natureza humana, das plantas e dos animais. É capaz até mesmo de um dia, no futuro, nos tornar uma raça de mutantes mexendo com nossa genética. Contudo, jamais será capaz de mudar a natureza e a essência do amor. O amor é imutável, não escolhe cor, raça, condição social, idade ou opção sexual. Ele não avisa quando vai chegar e quando ele chega, chega chegando, pega pegando e quando a gente percebe, toma conta do nosso coração e faz dele o que bem quer. Edú e Celí, antes humanos, agora pertenciam a raças diferentes. De acordo com os novos padrões da humanidade, agora mutantes, entre um Lobo e uma femea de Cão Selvagem não poderia existir nem amizade, quanto mais amor. Descubra em Doce Maldição o poder do amor e do que ele é capaz.
Infomações e descrição da obra
Categoria(s): Literatura Nacional
Idioma: Português
Edição/Ano: SEGUNDA EDIÇÃO 2013
Numero de paginas: 320
Peso: 423
Tipo de Capa: Capa cartão
Acabamento: Brochura com orelha
Papel: Offset 75g
Formato: 14 x 21 cm
Miolo: Preto e branco