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domingo, 21 de setembro de 2008

A MÃE NATUREZA...




Dudu estava jogando em seu vídeo game, Resident Evil 4. Naquele momento, ele vivia as emoções do personagem principal do game e de repente, El Salvador, derruba com os pés a porta que dá acesso ao corredor onde esta Leon Scoot Kennedy o mocinho da trama. El Salvador, um dos grandes vilões do jogo, após derrubar a porta, empunha uma ameaçadora serra elétrica e parte para cima de Leon. Dudú nem pisca seus olhos. Ele tem que controlar com o Joystick o Leon, que precisa fazer de tudo para derrotar El Salvador. A tarefa de Dudu não era muito fácil, pois o ardiloso personagem do mal era muito astuto em seus ataques. Desde que chegou da escola, horas se passaram e a disputa era acirrada entre os personagens. O menino após tanto tempo em frente à televisão, vivendo o stress e as emoções da batalha travada no game, já estava com os olhos vermelhos, suas vistas ardiam, estava pálido e a fome e o sono, finalmente o derrotaram. Ele se levantou da cadeira onde estava jogando, se espreguiçou, na tentativa de minimizar as dores e o cansaço físico, causado pelo tempo e pela postura em que ele ficou enquanto estava jogando. Dudu caminhou pelo corredor até a cozinha, abriu a geladeira, pegou um copo de leite, colocou na mesa onde sua mãe havia deixado um pacote de bolachas recheadas que ele adorava, isto porque não almoçou, nem tocou na comida que sua mãe havia deixado pronta para ele. Era só esquentar no micro-ondas, mas ele não quis perder tempo, tinha que se empenhar no jogo, e preferiu o vídeo game. Enquanto ele tomava seu lanche, ele pensava em como passar por aquela parte do jogo, porque nela havia uma espécie de quebra cabeças que ele tinha que resolver.
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Ele não pensava em outra coisa senão no jogo e apesar de seu corpo dar sinais de exaustão, através das dores que estava sentindo, ele não desistia de encontrar a solução. Já eram quase oito horas da noite quando ele foi se deitar. Sua mãe, ainda não havia chegado do trabalho que ficava do outro lado da cidade. Mal se deitou e já adormeceu. Em certo momento, mesmo dormindo, ele sentiu como se alguém o estivesse beijando no rosto. Virou-se para o outro lado, ajeitou o travesseiro e continuou a dormir. Contudo, seu sono naquela noite, não foi como nos outros dias, porque nos outros dias, enquanto ele dormia terríveis pesadelos tomavam conta de sua mente. Neles, ele vivia as batalhas, vitórias e derrotas dos personagens de seu jogo favorito. Quando amanhecia, ele estava mais cansado do que quando foi dormir na noite anterior. Mas naquela noite, tudo foi diferente. Na parede de seu quarto, havia um quadro enorme, com uma moldura muito bonita que tomava quase toda a parede e ficava pendurado acima de um aparador onde ele colocava suas coleções de miniaturas. No quadro havia uma paisagem muito linda. Nela podia se ver um rio de águas cristalinas, que corria por entre um bosque, rumo a um horizonte distante indo desaguar num oceano e em suas margens, havia lindas flores crescendo na grama verde, uma visão de encher os olhos e fazer massagem no coração de qualquer um. Em um determinado momento, Dudu começou a sonhar e em seu sonho, ele havia aberto os olhos e sentada ao lado de sua cama, estava uma linda mulher. Seus cabelos loiros eram longos e caiam sobre seus ombros. Ela era uma visão maravilhosa. Em seu rosto havia um sorriso doce e em seu olhar um brilho estranho, mas que inspirava paz e confiança. Seu vestido, lindo e esvoaçante, era branco, com um suave tom de verde em degrade que descia até seus pés. Dudu ficou olhando aquela mulher sem dizer uma palavra. Ele estava extasiado com tanta beleza, com tanto encanto e de repente, ela se levantou estendeu-lhe a mão e pediu que viesse com ele, até onde o quadro estava pendurado. Lá, ela tocou o quadro com as mãos e de repente tudo que havia nele pareceu ter movimento.
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O sol brilhava entre as arvores nas margens do rio, pássaros voavam de um lado para o outro. Era possível ver suas sombras passarem enquanto eles voavam. Lindas borboletas sobrevoavam as flores, algumas pousavam, outras se juntavam com as demais em revoada. Havia borboletas de todas as cores. Ele nunca tinha visto nada igual. Tudo na paisagem ganhou movimento, ganhou vida. A linda mulher fez sinal para que ele subisse com ela no aparador e com um movimento, ela o colocou dentro do quadro que agora, era como se fosse uma janela aberta, uma passagem que dava em outro mundo bem diferente daquele que ele conhecia em seu dia a dia. Sentindo firmeza em seus pés quando pisou no chão dentro do quadro, ele correu para a beira do rio, tirou os sapatos e pisou na água fresca e sentiu uma sensação tão deliciosa e intensa que ele nunca havia imaginado que iria sentir. Era como se uma energia desconhecida e revigorante, penetrasse nele através de seus pés e aquilo, o fez se sentir bem, como nunca se sentiu antes em toda a sua vida. Ancorado às margens do rio, havia um barquinho, ele era branco, com uma lista vermelha em suas laterais e quando Dudu o viu, não pensou duas vezes. Correu em sua direção, entrou dentro dele e olhou admirado as velas içadas e balançando ao vento. Elas eram de um branco, que à luz daquele sol maravilhoso, brilhava como prata. O garoto soltou as amarras que seguravam o barquinho nas margens do rio e eles se foram, navegando lentamente rio abaixo.
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Durante a viagem, eles passaram por lugares lindos, nunca dantes imaginados por Dudu. Atrás deles, naquelas águas tão claras, tanto que era possível se ver o fundo do rio, seguia um cardume de peixes com escamas prateadas e douradas. Eles pulavam de vez em quando para fora d água, espirando em Dudu quando caiam de volta nela. Mais atrás, também seguia o barquinho seis cisnes brancos, três de cada lado da margem, como se fosse uma guarda real, para garantir a tranquilidade da viagem deles. Dudu maravilhado com aquilo tudo, sentiu-se como um príncipe sendo reverenciado por uma escolta de gala, no mais alto estilo. Seu sonho seguiu por noite adentro e durante toda a sua viagem naquele barquinho, ele viu coisas de que ele nunca tomou conhecimento. Seus pais sempre trabalharam fora e desde bem pequenino, sempre ficou aos cuidados de babás que cuidaram dele até certo ponto de sua vida, mas quando já tinha idade suficiente, começou a ir e vir sozinho da escola. Quando chegava em casa, tomava seu banho, aquecia sua comida, almoçava, fazia suas lições de casa e nunca teve tempo de brincar com outras crianças de sua idade. Assim sendo, ele desconhecia tudo que era comum às crianças de sua idade, não conhecia brincadeiras de criança, não sabia nada sobre os jogos infantis. Lá, nas margens daquele rio maravilhoso, cheio de vida, cheio de cor, muitas crianças brincavam juntas. Elas sorriam e gritavam com alegria e aquilo tudo, chamou muito a sua atenção.
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Curioso, ele ancorou o barquinho e desceu dele, caminhando em direção a elas. Ele precisava saber o porquê de tanta alegria, de tanta agitação e movimentação entre aquelas crianças. Afinal, as crianças tinham coisas melhores para serem feitas. Onde será que estavam seus vídeo games, seus computadores, seus jogos favoritos da Internet? Quando ele conseguiu se aproximar e falar com uma das crianças, perguntou a ela a causa daquela algazarra toda. Ela disse a ele, que era hora de brincarem juntos, que já tinham feito suas lições de casa e nada mais justo, do que suas mães os liberarem para sair de casa e se juntarem aos outros para brincar nos jardins à beira do rio. Ele achou tudo aquilo muito esquisito. Não podia compreender o porquê daquele comportamento, afinal, não havia coisa mais excitante para ele do que jogar vídeo game. Foi ai que uma linda garotinha que se parecia muito com uma de suas colegas de escola se aproximou e perguntou a ele, se queria brincar. Ele não sabia o que dizer. Ele conhecia todas as regras para vencer mais facilmente todos os mestres, como economizar munições, como aumentar o tempo dos personagens através de resgate de objetos escondidos estrategicamente em lugares de difícil acesso, mas brincar com aquelas crianças, era uma tarefa impossível!
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Todos à sua volta, brincavam de jogos de que ele nunca tinha ouvido falar antes. Ele não conhecia suas regras, nem sabia como proceder para participar. Ficou parado, sem ação. Era como se o chão estivesse se abrindo em baixo dos seus pés e ele fosse cair num buraco sem fundo. O que aquelas crianças iriam pensar dele? Qual a desculpa que ele iria dar, para dizer a eles que não iria querer participar? Que ele não sabia como brincar? A linda garotinha, percebendo sua relutância, sem que ele precisasse dizer nada, pegou gentilmente em sua mão e pediu para que ele fosse com ela. Os dois sentaram-se debaixo de uma árvore e ela começou a contar a ele, como eram os jogos, como se fazia para brincar em cada um deles. Foi então que Dudu veio a saber da existência pela primeira vez em sua vida, da Amarelinha, do Esconde-esconde, do Pega-pega, da Queimada, da Batata quente e muitos outros jogos e brincadeiras, que a menina detalhou a ele com precisão. Ela ensinou a ele todas as regras de todas as brincadeiras. Ele compreendeu cheio de emoção, a importância e o significado de se brincar como aquelas crianças brincavam, de ter os amigos sempre ao seu lado, participando de sua vida em todos os momentos e aquilo tudo, de uma forma que ele jamais imaginou, tocou fundo o seu coraçãozinho de menino e com profundo sentimento, uma lágrima rolou de seus olhos. A menina sentindo a emoção de Dudu naquele momento aproximou-se dele e deu lhe um beijo no rosto e com a mão, ela enxugou lhe a lágrima que escorria, com um sorriso doce em seus lábios e muito carinho em seu olhar.
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Ela se levantou estendendo a ele sua mão, o ajudou a se levantar e os dois saíram correndo em direção às outras crianças e foram brincar. Durante boa parte de seu sonho, Dudu brincou como nunca em sua vida. Ele correu tanto, gritou tanto, sorriu tanto, que estava exausto, mas em nenhum momento, ele sentiu dores em seu corpo, nem seus olhos arderem, muito pelo contrário. Era como se uma nova e poderosa energia tivesse tomado conta dele por inteiro, de sua mente, ele estava feliz e quando eles pararam um pouco para descansar, todos se sentaram juntos embaixo da mesma árvore e ficaram lá conversando, contando piadas e estórias que haviam ouvido de seus pais e seus avós. Enquanto Dudu ouvia as risadas das outras crianças, ele ouviu um som como se fosse um sino tocando uma música linda canção e perguntou aos outros se a estavam ouvindo também. Todas as crianças tentaram ouvir, mas não conseguiram. Disseram que ele tinha se enganado, que nem mesmo havia um sino nas redondezas, que ele deveria ter se enganado. O menino não disse, mas ele ouviu novamente o sino, mas agora ele parecia tocar dentro de sua mente, de seu coração e a musica o envolvia por inteiro, com seus acordes mágicos e encantadores. Ouvindo aquela musica linda, ele encostou-se no troco da arvore e num instante adormeceu. Ainda sonhando, mais uma vez ele sentiu como se alguém o estivesse beijando no rosto e sentindo isto ele acordou. Quando ele abriu os olhos, desta vez era sua mãe que estava sentada ao seu lado em sua cama.
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Havia amanhecido e ela disse a ele que devia se levantar, escovar seus dentes, tomar um banho e se arrumar para ir à escola. Disse também que quando ele voltasse, se terminasse de fazer as lições de casa ainda antes do anoitecer, poderia jogar um pouco de vídeo game, até a hora do jantar. Dudu olhou nos olhos de sua mãe e com medo de receber um não, pediu a ela para brincar no quintal e ainda se poderia chamar alguns meninos para brincar com ele também. Sua mãe atarefada como sempre, disse que não havia problemas, mas se ele preferisse e ela achava melhor, ele poderia chamar os meninos para jogar vídeo game em seu quarto com ele. O menino ficou triste com a falta de importância que sua mãe deu ao seu pedido, mas feliz por não ter recebido um não. Naquela tarde, ele e todos os meninos da rua se juntaram para brincar, Dudu chamou a todos seus vizinhos até o quintal de sua casa e ensinou a um por um, a brincar de Amarelinha, de Esconde-esconde, de Pega-pega, de Queimada, de Batata quente, além de muitas outras brincadeiras e jogos que ele aprendeu em seu sonho. As pessoas que passavam e viam a criançada em meio a risos e gritos de alegria, achavam aquilo tudo muito estranho, fora do normal. Elas achavam que aquelas crianças não deveriam estar ali, que aquilo não podia acontecer nos dias de hoje. Comentavam umas comas outras que os pais daquelas crianças precisavam de orientação psicológica, porque brincar livres e soltas na rua, todos juntos do jeito que estavam, era loucura e que melhor seria, se ficassem em casa, onde estariam seguras, jogando vídeo game o dia inteiro e alienadas, sobre tudo mais em suas vidas, mesmo com dores pelo corpo todo pela postura em que ficariam jogando vídeo game e isoladas do mundo e da vida.
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Em suas mentes de adultos, ocupados com seus afazeres e obrigações diárias, cegos pelo seu desejo, e obstinação de alcançar seus objetivos materiais e de se manterem a salvo da violência na cidade grande, para aquelas pessoas que os viam admiradas, certo mesmo seria que todas elas estivessem presas dentro de casa, a salvo dos perigos do mundo, tentando decifrar os enigmas e códigos, para acumular pontos e mudar de fase nos jogos de vídeo game. Afinal os tempos eram outros, o mundo havia mudado, as pessoas também, mas desde aquele sonho que ele teve naquela noite Dudu nunca mais foi o mesmo e sempre arranjava um jeito de trazer mais um amiguinho para sua turma. Era só ele ouvir dizer que em algum lugar de seu bairro havia um menino trancado em casa tentando desesperadamente derrotar os vilões virtuais, que ele não descansava enquanto não conseguia fazer com que ele conhecesse as brincadeiras que ele aprendeu e de que tanto gostava. O tempo passou, Dudu cresceu, tornou-se um homem inteligente, capaz, sensível à beleza do mundo e da vida, tornando-se diretor presidente de uma grande multinacional, através da qual ele pode fazer muito pela proteção à natureza e o meio ambiente, assim como teve a chance de fazer uma conscientização efetiva da população, sobre a importância de se dar o devido valor à natureza, em todo seu esplendor.
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Hoje, após tantos anos do que aconteceu com ele em um sonho quando era ainda um menino, Dr. Eduardo, aos 54 anos de idade, sentado em sua cadeira, na sala da presidência e que dá vista para o parque da cidade, pensa nos dois beijos que recebeu naquela noite em que teve aquele sonho, que mudou totalmente a sua vida. Ele sente em seu coração, que aqueles beijos, o de antes de ele começar a sonhar, e o de pouco antes dele acordar, foram dados a ele, por ninguém menos, do que a mãe natureza...
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Autor: José Araújo











37 comentários:

Nara Maria disse...

Olá, José! Estou encantada com seu conto mágico de hoje. Quiçá muitas crianças e muitos pais leiam essa maravilha saída de um coração cheio de bondade e preocupação em fazer deste um mundo melhor. Realmente, preciso admitir que você é um gênio e toca nossos corações com tudo o que você escreve...
Parabéns, você merece!
E que Deus continue lhe dando muita luz para continuar nos inebriando com suas sábias palavras.
Beijos fraternos.

mdb disse...

José adorei o conto, eu tenho em minha mente minha infância feliz e hoje vejo com pesar no coração a infância das crianças, que para mim é uma miniatura de soldados que estão sendo treinados para o futuro da humanidade.
Que sonho mais lindo o Dudu teve, que salvou sua vida e de muitas crianças de sua idade.
São brincadeiras puras, sem maldades, sem malícias e principalmente sadias.
Esses vídeo games, só ensinam a matar, a vencer, a destruir o outro, onde está a pedagogia desses jogos violentos? Que deixam as crianças nervosas, mal humoradas que se irritam facilmente e já estão brigando e chegam até a tirar sangue do próprio amigo.
A se todos tivessem a felicidade de ter um sonho tão real. Não haveria tanta criança, largada na rua sendo feita de aviões pra traficantes.
É muito doído ver nossas crianças, crescendo com uma mentalidade egoísta onde o (é meu) impera. As brigas dentro de casa entre irmãos, que tem que ficar a maior parte do tempo separados.Estudando um em cada horário.
Como deveria existir muitos Dudus por aí para amarem a natureza e saber preservá-la.
Eu detesto video game. Para mim jogo é para distração e não para deixar a criança nervosa e estressada, pois é assim que ficam. Não podemos nem conversar, pois não ouvem, o pensamento está constantemente nos jogos. E no colégio como será o aprendizado , pois o assunto é trocar fita, cd e dvd para mudarem de jogos.
Tenho muita dó das crianças de hoje que nunca souberam o que é uma infância sadia e boa.
Somente no sonho mesmo.
José eu me empolguei com o assunto, porque sou totalmente contra a esses jogos violentos, feito para tirar a inocência das crianças.
Obrigada meu querido amigo e parabéns este conto para mim é de UTILIDADE PÚBLICA.
Marilene Dias

Eduardo Santos disse...

Cara, cada vez mais me apaixono pelo seu estilo d escrever, de falar das coisas da vida com esta magia que lhe é peculiar!
Eu adova mue video game, ficava trancado no meu quarto por horas e horas, extamente como o Dudu.
Parece até que voce estava falando de mim meu querido!
O tempo passou e chegou uma época que os games não me interessavam mais.
Eu queria mesmo era sair, ir ao Shopping, passear no Ibirapuera nos sábados pela manhã, paquerar bastante e se tivesse sorte, arrumava um programa para a noite. rsrs
Mas em resumo, eu curti muito minha época de Ataris, eram chatinhos comparados aos Games de hoje, mas era muito legal.
Acho que a diferença essencial é que nele não haviam jogos de violência, eu nunca tive pesadelos, pois o meu jogo favorito era o Super Mario!rs
Hoje com o que vejo pelos meus sobrinhos, eles jogam batalhas sangrentas e ha sangue em violencia escorrendo na tela da TV.
Acho que ao invés de acabar com os games, deveriam proibir jogos como estes, além do mais, o Super Mario era tão legal! rs

Beijos meu escritor favorito, meu amigo do peito e minha paixão!

Parabens mais uma vez por este coração lindo que voce tem e pelo ser humano fora de serie que voce é!

Te adoroooooo!

Massahiro disse...

Interessante o fato de como as coisas mudam de geração para geração. De um lado temos a nossa metrópole cujas ruas estão cada dia mais perigosas, enquanto do outro a mudança dos costumes dos jovens. Não se joga mais bola nas ruas ou empinam pipas, ao invés disso se prefere (em sua maioria) que os filhos fiquem na segurança e conforto do lar, que já nem mesmo atualmente é tão seguro como antes. Nisto esquecemos a beleza na simplicidade e na natureza das coisas. O contato fisico e a relação entre seres humanos que vai se distanciando até o minimo necessário.
É algo a ser levado em consideração, talvez para as zonas metropolitanas seja um escape que foi encontrado, uma solução para o constante medo da violencia que vem tomando conta da vida de todos; e nisso acabamos sacrificando as coisas simples e belas da vida, privando as gerações futuras de coisas como tais.

Gloria Meirelles disse...

Meu querido José! Mais uma vez adorei!! Este conto é de uma atualidade incrível! Nossa juventute, nossas crianças, se nâo forem bem orientadas, perdem o rumo da realidade, elas passam a achar que o virtual é mais fascinante que o real! Há limites para quase tudo neste mundo, mas um dos que deveria ser adotado é o controle de conteúdo dos games modernos! Se não for feito algo em carater de urgencia, a previsão do futuro de nossas crianças não ´pe muito promissora! Como em seu conto, existem adultos que já acham que viver realidades virtuais, evitando o contato com as pessoas na vidsa real é o melhor caminho! Grande engano meu amigo! Só você mesmo para alertar de uma maneira só sua para este problema de origem social e que é grave, pena que poucos lhe dão a atenção devida!
Neus netos tem video games, mas os jogos a que eles tem acesso são controlados pelo pais e por nós.
Assim deveria ser em todos os lares, em todos os lugares onde é possivel o acesso deles a estes jogos!

Parabens mais uma vez pelo conteúdo maravilhoso de seu Blog meu amigo querido e escritor favorito!

Um beijo carinhoso de sua amiga e fã,

Gloria Meirelles

Isa disse...

JOSÉ ARAUJO:
MUITO ENCANTADOR OS SEUS CONTOS MUITO ME EMOCIONOU PORQUE HOJE EM DIA, A GENTE NÃO SE VE MAIS ESSE CUIDADO COM A NATUREZA! PORQUE EU ESTAVA EM UM BELO JARDIM CHEIOS DE FLORES LINDAS! E ESTAVA UMA CRIANÇA COM O SEU PAI, E ESTA CRIANÇA ARRANCAVA AQUELAS FLORES COM UMA VIOLENCIA, E EU CHAMEI A ATENÇÃO DO PAI DA CRIANÇA PARA ELE NÃO DEIXAR O SEU FILHO FAZER AQUILO E ELE VIROU PARA MIM E DISSE ELE É APENAS UMA CRIANÇA E EU FIQUEI INDIGNADA COM A ATITUDE DO PAI! EU PENSEI COMIGO O QUE SERA DAQUELA CRIANÇA NO FUTURO? PORQUE NÃO TEM ORIENTAÇÃO NENHUMA
ENTÃO AS CRIANÇAS NÃO TEM CULPA DE CERTA ATITUDE POIS SE O PROPRIO PAI NÃO -LHE ORIENTA, É POR ISSO QUE, HOJE VEMOS MUITAS CRIANÇAS ABANDONADA!
JOSÉ ARAUJO VOCÊ ESTA DE PARABÉNS PORQUE TUDO TEM UM POUCO DE VERDADE, É UMA ESTORIA REAL! E HOJE EM DIA ESTA FALTANDO MUITOS DUDU, EDUARDO!
UM BEIJO NO SEU CORAÇÃO MEU QUERIDO E AMADO AMIGO!
CONTINUE ASSIM SEMPRE TRAZENDO CONFORTO PARA OS NOSSOS CORAÇOES!

Lia Amaral disse...

Há em voce um quê de magia, de sedução, é algo que não se pode explicar com palavras, a gente apenas sente e isto é o mais importante.
Em tudo que você escreve há sempre uma mensagem sobre algo que nos dize respeito em algum sentido.
É como se você tivesse de alguma forma o poder de ver o mundo num todo, sem distinção de tempo, de espaço, de localização e de cultura.
É impressionante este dom que você tem de ter esta capacidade de enxergar o que muitos não chegam a ver, mesmo estando diante de seus próprios narises.
Quando leio seus contos, passo momentos de profunda meditação sobre muitos aspectos da vida humana, sobre nossos comportamentos, sobre nossas necessidades tanto físicas, quanto emocionais.
Cada um de nós tem dentro do peito um certo grau de carência, de compreensão, de aceitação tanto pelos demais, quanto por nós mesmos e você com suas palavras tõa bem colocadas, de uma forma simples e clara, traz à tona muito do que sentimos, do que desejamos falar mas não encontramos palavras para tal.
Amo o que você escreve, adoro seu estilo inconfundivel de elaborar as estorias, os enredos, os personagens que mais parecem ser reais aos olhos de quem lê seus contos.
Quem dera houvessem neste mundo mais pessoas como você José!
Tenho certeza de que este mundo realmente seria muito melhor.
Pena que a frieza, a indiferença e o desamor tem tomado conta de nossos semelhantes, mas antes ter um como você, do que não ter nenhum para fazer o que você faz com tanta propriedade meu amigo!
Amei este conto que é uma mistura de contos de fadas, uma mistura de realidade e fantasia, mas que para nós leitores que o acompanhamos desde o inicio, são estórias baseadas na vida real, em suas impressões da vida, do mundo, das pessoas que você conhece e das situações vividas por elas e em muitos casos presenciadas por você.
Um escritor único, um homem que nos dias de hoje é uma raridade e como tal pode até parecer aos menos sensiveis, uma pessoa que vive nas nuvens, mas eu, assim como muitos outros que se apaixonaram apelo seu trabalho lindo, sabemos que é coisa de Deus.
Ele nem sempre dá asas a que sabe voar, mas no seu caso, ele já nos enviou com asas, porque anjos como você não precisam ganha-las, ja nascem com elas e assim é você!
Um beijo enorme, acompanhado de um abraço muito carinhoso, te desejando tudo de melhor que esta vida pode dar a alguem!
Deus te abençoe para que possa ser sempre assim, sem mudar em nada, sendo apenas você e é este José que todos que te conhecem amam, não mude jamais!

Gilberto Saad SBC disse...

Impossivel não se emocionar ao ler este conto!
O mundo anda tão mudado, tão violento e em esperanças de mudanças para melhor e quando a gente pensa em nosso pequenos, o coração fica apertado e sofremos por nos sentirmos incapazes de livra-los dos males do mundo!
Quem sabe pessoas como você ainda possam fazer dele um lugar melhor para todos, um mundo mais justo, sem preconceitos, sem injustiças, mas se não cuidarmos dele, da natureza e principalmente de nós mesmos, não teremos chances de continuar a existir neste planeta lindo que chamamos de lar.
Dudu deveria ser um exemplo para todos, tanto adultos como crianças e este seu texto, deveria ser como disse a Marilene num comentário anterior, deveria ser divulgado em massa, como sendo de utilidade publica porque eu conteudo é excepcional!
Parabéns, parabéns, parabéns!
Você é mesmo um escritor único nos dias de hoje José Araújo.
Fique com a graça de Deus ao seu lado!
Boa semana a você e a toda a sua familia!

bruno disse...

oi papai eu achei sua historia muito interressanteeu adorei como vc mudou a vida do dudu maravilhosamente

Alvaro Garcia disse...

José, José! Fico algum tempo sem poder comentar e quando volto sempre encontro algo maravilhoso como este conto!
Não é sem motivos que desde que conheci seu trabalho tenho impresso seus contos e colocado em uma pasta muito especial.
Sempre que preciso de uns momentos de paz e reflexão eu a abro e releio as coisas lindas e profundas que você escreve.
É muito gratificante a gente poder ter acesso a obras como seus contos, coisa rara nos dias de hoje, porque pelo menos a mim tocam profundamente meu coração.
A mãe natureza, é um conto que utilizando a fantasia, nos traz a realidade de uma forma romantica, mas nos impele a refletir sobre o que ocorre hoje com nossos filhos, nossos sobrinhos e todas as crianças do mundo que tem acesso ao mundo dos video games.
É preciso que se tome uma medida preventiva para evitar que estes pequenos de hoje, não sejam pessoas ruins num futuro não muito distante. Brigas, violencia, sangue, morte e destruição não deveriam ser temas para jogos infantis.
O maior problema é que em qualquer faixa etária, elas tem acesso a materiais de péssima qualidade instrutiva, apenas encontram maus exemplos e as induzem ao mau comportamento achando que é normal.
Pais, parentes,mestres e educadores de todas as àreas precisam se unir na luta contra este tipo de atividade na vidas das crianças e adolescentes.
Como sempre, meus parabéns pelo conteudo de seu Blog, pela arte, talento e sentibilidade que me contagiaram desde a primeira vez em que li um conto seu.

Do amigo sincero e que te admira demais,

Ricardo Goes disse...

Parabens pelo conteúdo altamente humanitário e pelo seu talento em abordar temas que abordam os sentimentos humanos, com tamanha sensibilidade!

Denise N. Tamarin disse...

Nossa!

Estou pasma com a riqueza de sentimentos com que você escreve e mensagens maravilhosas de paz, de fé e de motivação!

Tamires Rocha disse...

Realmente!
Tudo que voce escreve é maravilhoso!
Que coisas mas lindas encontrei aqui!
Li e reli vários de seus contos e em cada um encontrei um pedacinho de mim!

Obrigada por me proporcionar momentos maravilhosos!

Bjs!

Décio C. Calazans disse...

Violência ao alcance das crianças não!

Tem meu apoio ao protesto que você fez de uma forma excepcional!

Parabéns!

Regis Martins RJ disse...

Quem escreve como você só pode ser uma pessoa muito especial e aposto que seus filhos e netos amam você de todo coração!

"A mãe natureza" deve ser leitura obrigatória nas escolas, creches e locais onde ficam nossos pequenos homens do futuro!

É isto aí!

Perfeito e só você para colocar o temo num conto tão especial como este!

Edilson Rocha da Cruz disse...

É meu caro! A gente mal tem tempo para almoçar, mas sabendo da existencia de seu Blog e do conteudo especial que ele tem, engoli rápidamente o almoço e cá estou para te dizer que na minha humilde opinião você é mestre no que faz!

Paz, amor, saude e muita disposição a você para dar continuidade a este trabalho que faz aqui por muito e muito tempo!

Parabéns e um abração José!

Lenita disse...

Adorei!

Mez fez chorar e lembrar dos tempos em que eu não sabia brincar como as outras crianças!

Bjos!

Iran W. Ziembinski disse...

Nada como poder ler textos como os seus, onde encontramos amor, paz, fé, esperança e uma positividade e crença na vida que nos motiva a cada estoria!

Ao autor meus parabéns pelo trabalho excelente e por trazer a nós leitores, com toda a sua simplidade, a majestosidade de seu coração!

Hugo Taquara disse...

Uma belissima estoria criada por uma mente sadia, alheia a toda a podridão que assola o mundo!

Namaste!

SONIA DA ROCHA LIMA disse...

Parabéns pelo texto e pela mensagem nele contida.
Bjssss...milll...

Nadja disse...

Meu amor, desculpa a demora em ler e comentar essa maravilha. Hoje vc me levou de volta à infância, não só a minha mas a de meus filhos. Na minha época não havia nada eletrônico e nossas brincadeiras eram essas vividas no sonho de Dudu. Mas, quando meus filhos começaram com essa secura por video game, eu lutei e não deixei que fossem dominados por esse vicio. Sempre moramos em um prédio com um play ground espaçoso e era para lá que eu os expulsava diariamente, brincavam sim com seus vídeos, mas era apenas um opção para os dias de chuva e não uma necessidade quase vital como eu via em outras crianças. Graças a Deus e a essa minha preocupação, posso afirmar que eles tiveram infância, ainda jogam futebol, sinuca, ping pong e totó (pra vc pebolim), andaram de skate, bicicleta, patins, quebraram queixo, dentes, braços, cicatrizes de pontos pelo corpo são a prova que foram e ainda são felizes. E esses amigos de infância, hoje, entre eles são padrinhos de casamento, de batizado de filhos e essa união é muito forte, parceiros e companheiros. Belissimos texto, obrigada por me levar de volta ao som de risos, gritarias, bagunça e lembranças felizes. Parabéns pela sua sabedoria em abordar esse tema e sutilmente alertar aos pais que deixam seus filhos a mercê de videos e computadores, por achar que estão mais seguros dentro de casa, só que correm muito mais perigo do que nos tropeços e machucados causados pela mãe natureza, esta sim é capaz de criar mentes sadias e despertar a imaginação para coisas do bem. Amo vc moço bonito, meu maninho querido.

Rui Carvalho de Sá disse...

Como tudo nesta vida, a natureza não pode ser subestimada, ele tanto pode ser uma mãe carinhosa, quanto uma madrasta malvada.
Cabe a nós trata-la de acordo e compreender que dependemos dela para ter uma vida cheia de alegrias, de saude, de amor.
Não podemos simplesmente troca-la por mundos virtuais, não podemos querer substitui-la por nada que é artificial.
Cuidar da natureza e do meio ambiente, é cuidar de nós mesmos e devemos começar pelas crianças, por aqueles que um dia serão os dirigentes deste mundo.
Um escritor de peso, sensivel e consciente de seu dever de contribuir com seu talento e sua arte, para que no futuro, nosso mundo seja melhor para todos e esta fazendo sua parte de um forma magnifica.
Parabéns e que todos os bons fluidos de sua essência possam continuar a ser passados da forma como você o faz e que nos toca fundo no coração!
Abração!

Leandro J. Xavier disse...

Magnifica sua forma de contribuir para amenizar os efeitos do que chamamos de desenvolvimento da raça humana, pois se não for feito com consciencia, não será desenvolvimento e sim a nossa destruição.
Temos que parar agora, olhar para os pequeninos e lembrar como eramos na idade deles e tentar resgatar em nos a inocencia perdida e ensinar a eles como a vida simples e o contato com o próximo é bom e saudavel, só depende de nós!

Valeu pelo toque, muito mais do que perfeito!

Abçs!

Alexandre S. T. Amorin disse...

Depois de todos os comentários deixados sobre este conto, não me resta muito a dizer, a não ser que é gratificante saber que tantas pessoas ainda acreditam que todo o nosso sistema forjado pela sociedade ainda possa mudar e permitir que todos nós tenhamos uma vida mais humana, menos virtual, com mais amor, menos receio de se dar...

Congratulações pelo conto fantástico e pelo que você quis passar através do enredo que é simplesmente fascinante!

Até mais!

Valério Bonane disse...

Um espaço digno de sser observado mais de perto pela mídia, pois como disseram alguns dos que comentaram, este conto é sem dúvida nenhuma de Utilidade pública!

Continue nesta linha de contos, pois esta claro que muitos de nós precisamos de um alento no coração e isto voce faz com perfeição!

Willian Soares S. disse...

Este conto é algo de muito especial, a maneira como você associa a fantasia com a realidade, faz dele algo muito incomum, algo que só era visto ha decadas atrás!

Lindissimos e com uma mensagem maravilhosa, dirigida de forma indireta mas efetiva às crianças, aos jovens e aos mais velhos que se esqueceram de como era bom brincar!

Grande José Araújo!
Parabéns e abração

Hudson da silva disse...

E ai cara?? Como andam as coisas? Cada conto que você publica parace um imã para os leitores!

Vim te dizer que sou seu fã, independente de ser seu amigo e que ficar ser ler suas publicações é uma idéias que enm posso cogitar!

Valeu pela mensagem José!

Abração cara!

Edinho PGDE disse...

Você Além de ser um coroa sensual, tem uma beleza interna que faz com que cada vez mais eu me sinta atraido por você José!
Talvez só sua aparencia física não tivesse mexido tanto comigo como mexeu seu coração e seu eu interior!

Quero muito estar ao teu lado cara!

Beijo grande!

Zélia Agraciatta disse...

Já imaginou se ao dormir a gente recebesse um beijo de boa noite da mãe natureza? E se pela manhã a gente recebesse outro dela para acordar?

E as pessoas achando uma situação fora do comum ao ver crianças juntas a brincar?

A coisa é seria e só você mesmo com sua sensibilidade para nos mostrar isto através de seus contos fenomenais!

Uma boa tarde pra ti e uma boa noite de descanso meu amigão!

Paulo - Juqueí disse...

Disparado o melhor Blog de literatura que já encontrei!

Parabens pelo seu trabalho digno e motivador!

Abração de verdade1

Beto Birne - S.Sebastião disse...

Gato, não te conheço pessoalmente mas não posso ir embora para a Itália sem te ver e poder te abraçar!
Traduzi muitos de seus contos para mostrar aos meus amigos em Palermo, onde moro e estudo.
Sei que a liguagem que você usa, é um indioma universal e se fez sucesso aqui, fará na Itália ou em qualquer outro lugar!

Com amor e carinho,

Décio Torres disse...

Nem dá para falar muito sobre teu trabalho neste momento.
A emoção tomou conta de mim ao ler seu texto que de longe é um dos mais lindos que já li!
Parabens por cada palavra escrita, por cada emoção trasmitida e por cada lágrima de sentimento profundo derramada!

Abraços!

Cauê Lima disse...

Ter um escritor de peso como você entre meus amigos é mais que uma honra, é uma benção de Deus!
Lindo este conto!

Abraços do amigo que te adora cara!

Aparecido disse...

Quando um ser humano consegue juntar inteligência e motivação, chega a exelência. Eu posso dizer que você com sua alma iluminada, já está acima desse estágio todo e me sinto cada vez mais feliz em poder absorver esse conhecimento que um dia vou passar à meu filho e com isso saber que será uma criança bem instruida...
Obrigado e um grande abraço amigo...

Aparecido disse...

Quando um ser humano consegue juntar inteligência e motivação, chega a exelência. Eu posso dizer que você com sua alma iluminada, já está acima desse estágio todo e me sinto cada vez mais feliz em poder absorver esse conhecimento que um dia vou passar à meu filho e com isso saber que será uma criança bem instruida...
Obrigado e um grande abraço amigo...

janda.airlines disse...

Oi Jos'e querido amigo, lindo conto e muito atual
TEnho um neto como apelido de Dudu e ele e seu irmao
passam o tempo que tem de folga no colegio, jogando vide-game
embora morem ha 1 ano numa casa com jardim e muita natureza,
Vou enviar pra ele.
Todas as crianiancasejovens e pis, deveriam ler esse conto
Obrigada e beijos.
Janda,


P.S
A natureza 'e revigorante, as vezes estou com um problema a nao consigo resolve-lo
Entao procuro dormir e quando acordo tenho solucaopara o problema,
Ou uma caminhada na praia um banho de mar, uma caminhada num parque,
ja nos revigora.
Todos nos temos necssidade de viver lado alado com a natureza.

Denniz Moreira disse...

Obrigado pela visita, José. A Mãe Natureza é mais um conto muito bonito. Que saudade da infância! Tenho em minha tela do computador a foto de uma casa onde morei. Hoje ela já não existe mais. Mas, que vontade de fazer como Dudu e entrar dentro dela, para reviver os momentos felizes que passei ali.