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domingo, 5 de outubro de 2008

OS ALIENÍGENAS...






Ele havia viajado mais rápido do que a velocidade da luz. Foi trazido de seu planeta, para aquele lugar para cumprir uma missão. Tinha que proteger e defender os interesses de toda a sua raça. Ele precisava ajudar seus semelhantes numa guerra medonha que estava sendo travada entre dois mundos. Uma guerra que não foi iniciada por seu povo, mas para que não fossem extintos da vastidão do Universo, eles foram obrigados a se defender. Do resultado final desta batalha dependia a subsistência de sua espécie, de sua raça no universo. E agora lá estava ele, molhado, totalmente enlameado, com fome, frio, assustado e estava a oitocentos mil anos luz distante de seu lar. O sol no céu daquele planeta, era de uma estranha cor azul. A força da gravidade daquele lugar era imensa. Muito maior do que aquela com a qual ele estava acostumado. Cada movimento dele era extremamente dificultoso. Quase um martírio para ele. Na guerra, nada havia mudado por dezenas de milhares de anos. Lutas e mais lutas, mortes e mais mortes se seguiram ao longo dos tempos. Ao contrário do que acontecia com ele, mover-se era muito fácil para os pilotos em suas espaçonaves de linhas aerodinâmicas. Elas eram capazes de se movimentar em qualquer direção. Voavam a velocidades alucinantes, mas sem causar nenhum desconforto para seus ocupantes e além do mais, eram equipadas com poderosíssimas armas de última geração. Podiam aniquilar qualquer inimigo que se atrevesse a enfrenta-los no ar. Contudo, quando as coisas se tornavam mais difíceis, eram ainda os soldados em terra, a infantaria, que tinham que sofrer as consequências de estarem fora de seu verdadeiro habitat. Eram obrigados a lutar batalhas sangrentas. Uma após a outra, para defender as posições conquistadas com tanto sofrimento, tantos sacrifícios. Tinha sido exatamente por isto, que ele havia sido enviado para aquele maldito planeta. De uma estranha estrela. Tão distante de seu lar.
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Ele nunca havia ouvido sobre ele antes. Mas agora, o planeta havia se tornado importante, porque os alienígenas também estavam lá. Os alienígenas eram a única outra raça inteligente em toda a galáxia, porém, eram monstros cruéis e repulsivos. Depois da lenta e difícil colonização de mais de vinte mil planetas, seu povo havia feito contato com eles em algum lugar próximo ao centro da galáxia. Os alienígenas atacaram primeiro. Eles atiraram, mataram, nem tentaram dialogar, negociar ou propor estabelecer um acordo e manter a paz. Agora uma guerra ferrenha estava sendo travada. Planeta, após planeta. Ele e seu povo precisavam se defender dos ataques dos alienígenas. Era preciso garantir e manter as áreas que haviam conquistado às custas de muitas vidas ceifadas, pela maldade de seus inimigos. Lá estava ele. Com medo, frio, fome, com sede e com os nervos abalados pela pressão que estava sofrendo naquele ambiente hostil. Aquele era um dia úmido e frio, muito comum naquele planeta e um vento forte machucava seus olhos. Ele o impedia de ver com clareza toda a área da qual ele estava encarregado de proteger. Os alienígenas estavam tentando infiltrar-se naquela área e tomar os postos de vigia, que ele e seus semelhantes haviam montado em pontos vitais. Mesmo com toda a adversidade do clima, da pressão atmosférica e do terreno, ele se mantinha a postos. De arma em punho, pronto para tirar em caso de um ataque repentino. Oitocentos mil anos luz longe de casa. Lutando em um lugar desconhecido, imaginando a todo instante, se iria viver para voltar e ver seu planeta novamente. Se iria conseguir voltar para sua casa, voltar para seu lar, para o aconchego e o calor de sua família. Foi então que de repente, ele percebeu que um dos alienígenas estava sorrateiramente rastejando em sua direção.
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Quando chegou perto dele, levantou-se com uma agilidade incrível para ataca-lo. Apesar da dificuldade de executar movimentos por causa da alta pressão atmosférica, seus reflexos responderam a tempo e unicamente para salvar sua própria vida, ele apontou sua arma e atirou no monstro. O alienígena emitiu um som horripilante. O mesmo que todos eles sempre emitiam quando eram feridos. Então ele caiu. Caiu de costas quase aos pés do soldado e lá permaneceu, deitado, imóvel, uma visão quase impossível de se descrever. Quando o alienígena gritou, ele estremeceu de pavor ao ouvir o som pavoroso feito por ele. Pior era vê-lo tão de perto caído na lama, bem em sua frente. Soldados deveriam estar sempre acostumados a situações como esta, mas no caso dele, nunca esteve preparado totalmente para isto, e acreditava que jamais estaria.
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Os alienígenas eram as mais repulsivas e asquerosas criaturas, tão horríveis e nojentas que lhe embrulhava o estomago. Ele sentia náuseas muito fortes e uma vontade incontrolável de sair correndo para bem longe dali. Queria ir para onde não pudesse ver, nem ouvir, nenhum sinal daqueles seres medonhos. Seres que não tinham caudas. Eles eram tão feios, tão abomináveis que possuíam apenas dois olhos, um nariz com dois buracos, uma boca pequena, sem falar é claro, na língua deles, que só tinha uma ponta. Aquelas coisas tinham dois braços, duas pernas, peles lisas e horripilantes que tinham cores que ele nunca havia visto em sua vida. Algumas eram claras, outras morenas e também havia os que eram negros. Mas o que mais o aterrorizava, é que todos eles, sem exceção, independente de sua cor, não tinham em seus corpos, uma escama sequer...
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O soldado se lembrou naquele momento de pânico e de terror, de que seu velho mentor havia lhe dito que aqueles monstros horríveis eram de um planeta, que um dia foi muito lindo. Um lugar onde a água predominava e onde havia terra, havia muitas plantas e animais de muitas espécies. Tinha também florestas exuberantes, onde flores magníficas desabrochavam numa época que eles chamavam de Primavera. Mas aqueles seres do mal acabaram com o meio ambiente de seu planeta. Eles destruíram cada pedacinho de verde que encontraram pela frente, até que um dia, o seu próprio planeta se revoltou contra eles. Não havia mais água, não havia mais alimentos, não era possível respirar sem usar equipamentos para tal. A vida lá estava impossível para eles. Foi então, que aquelas coisas resolveram partir para o espaço sideral à procura de um novo lar. Com uma tecnologia imensamente avançada, eles não tiveram problemas para iniciar sua jornada em buscas de um novo lar. Contudo, a maldade, o egoísmo e a inveja já haviam se instalado em seus corações. Tudo que sabiam, é que tudo aquilo que a eles era desconhecido, precisava ser destruído antes de se tornar perigoso para sua raça. O bom velhinho que lhe contou toda a estória dos alienígenas, disse também, que no processo de evolução, eles eliminaram os sentimentos de seus corações e matar para eles era instintivo. Seu lema em qualquer situação era atirar primeiro e se livrar do problema, mesmo que o que estivesse em sua frente, não representasse um.
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Exausto, o soldado olhou para suas mãos tremulas, com a membrana que unia seus dedos, toda enrugada e suja de lama, apoiou sua cauda no chão e sentou-se sobre ela para descansar um pouco. Ele não tinha mais forças para continuar, pelo menos não naquele momento. Ele fechou seus olhos por uns instantes e diante daquele ser nunca imaginado, nem mesmo nos piores pesadelos das crianças, do qual agora escorria um liquido gosmento e vermelho, e agradeceu silenciosamente por ele e seu povo, desde o inicio da existência de sua raça, terem cuidado de seu mundo, com todo carinho, com todo cuidado e era para lá que ele queria ir agora, de volta para seu lar...
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Uma ficção que de momento é apenas fruto da imaginação de um escritor, não podendo ser encarada como realidade, mas para que não aconteça conosco, o que aconteceu com os alienígenas deste conto, é preciso que haja uma conscientização da humanidade, de que a Terra é o nosso lar, e sendo assim, precisamos começar desde já a corrigir os erros que temos cometido, ao longo de nossa evolução. Um planeta é um ser vivo, ele sofre, ele sente dor, ele chora, assim como ele é capaz de amar, de proteger, de alimentar, de retribuir as atenções recebidas e se sentir feliz com isto. Se não mudarmos nosso comportamento para com ele e para com os nossos semelhantes, espalhando amor ao invés de violências, poderemos num futuro talvez não muito distante, ser exatamente como eram os horríveis e abomináveis seres ,de quem tanto tinha pavor, o pobre soldado estelar.
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Poderemos um dia fazer parte da história das galáxias, sendo citados em livros digitais, com nossas imagens minuciosamente detalhadas e transmitidas através de hologramas, para todos os cantos do universo, mas não como uma raça, como um aviso aos outros seres do Universo de que somos monstros, sem nome próprio, sem mais nada, a não ser, a nomenclatura genérica e pejorativa de:
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Os alienígenas.
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Autor: José Araújo
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O que ontem nos livros foi ficção, hoje é realidade, sendo assim, nós podemos escrever nosso futuro e ele pode ser muito melhor, mas para que isto aconteça, é preciso começar a escrever já e mais do que tudo, é preciso saber o que vamos escrever.
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José Araújo

37 comentários:

JESUS ALFONSO disse...

Gracias por compartir éste relato. La Ciencia ficción es una de mis favoritas. El limitante es el idioma. Pero gracias por compartirlo
Abrazos
Alf

mdb disse...

É verdade o nosso caminho,
se continuar como está, não saberemos onde iremos parar.
O soldado estava defendendo o seu planeta com muito amor e mesmo sofrendo não desistiu.
Nós já temos previsões catastróficas do futuro.
E onde estão sendo tomada as providências cabíveis? Pois só pensam em tirar petróleo e mais petróleo, para se auto afirmar.
E quando secar os postos, o que farão?
Tirar combustível de alimentos já é uma indicação, que vamos ter falta deles.
Precisamos acordar desse sono letárgico e profundo.Temos que começarmos agir rápido.
Por onde começar? Nas escolas? Educandos dominando matérias específicas para as crianças e adultos começarem a aprender a preservar e não a destruir, que é o que sabem tão bem fazer?
Os nossos campos não têm mais vida quando foi feito o hino.
Ele agora é queimado todos os invernos para economizar a mão de obra.
Estão aparecendo insetos, que não conhecíamos e por que?
Porque as matas estão acabando e eles estão vindo para a civilização.

Já estão ensinado a comprarmos verduras que contém insetos pois indica que tem menos agrotóxico.
Estamos mesmo virando uns alienígenas e não nos tocamos nisso ainda. O alerta está sendo dado pelo autor e eu abraço essa causa, pois sou do mato sim senhor. ali aprendi e ensino muita coisa. Hoje não vemos mais um sapo, pois se aparecer é apedrejado até a morte, porque é um animal muito feio, parece um monstro. Coitada das crianças! Não sabem da utilidade dele mas também, não precisa mais dos sapos tem os agrotóxicos que faz o papel deles! Com isso aumenta as doenças no ser humano. Com isso, os médicos tem seu ganho e os laboratórios cada vez mais poderoso com suas drogas.
Vou parar por aqui pois se continuar vou a noite inteira Jose. Você me encanta com seus textos e me faz viajar cada vez mais, meu querido autor e escritor preferido.
Amo você muito meu amigo para sempre.Marilene Dias

Eudardo Santos disse...

Cara você é genial!
Adoro ficções cientificas e literalmente me envolvi no texto!
Estaca com pena do soldado passando por todas aquelas dificuldades e me imaginando no lugar dele, longe de casa, num planeta inóspito e correndo risco de vida!
A cada linha de seu conto eu mais e mais estava ceerto de que você estava falando de extraterrestes e de repente descobri que os montros de seu conto eramos nós seres humanos!
Incrível!
Que capacidade voce tem de criar estorias onde de alguma forma nos faça refletir!
Nunca imaginei que uma ficção fosse seu próximo conto e posso dizer que adorei!
Parabens por este talento divino que voce tem de nos emocionar com seus escritos!

Beijão José!

Amo voce cara!

Alvaro Garcia disse...

Este conto é algo que nunca te imaginei escrevendo e quando comecei a ler achei por alguns instantes que você estava mudando seu estilo de escrever.
Graças ao bom Deus que lhe deu o dom de falar com propriedade dos sentimentos humanos como ninguem, descobri no desenrolar da estoria que os terriveis monstros era homens do planeta Terra.
Perfeito como sempre e nos leva a meditar sobre nós e tudo que nos cerca num ambito universal!

Abraços do amigo e fã,

Paulinha disse...

Meu lindo, li por duas vezes seu conto e quase tive um troço!
Foi incrivel voce nos colocar no papel de alienigenas neste conto!
Voce o fez de uma forma, que nos faz refletir sobre todas as crueldades e destruições que causamos não só à natureza, mas tambem aos animais, ao planeta em si e principalmente a nós mesmos!
Só voce mesmo para ter tanta inspiração para falar de sentimentos, tanto que coseguiu que eu tivesse pena do soldado estelar!
Levei um choque quando percebi que os alienigenas eramos nós!

Parabéns meu querido!

Amo ler tudo que voce escreve porquer em seus textos só existem mensagens positivas que nos fazem refletir sobre tudo nesta vida!

Beijinhos!

Decio Montagnholi disse...

Não será dificil constatar daqui alguns séculos que sua ficção criada em 2008 se tornou realidade como tantas outras que conhecemos.
Se nós humanos não mudarmos a direção para o qual tudo aponta devido ao nosso proprio comportamento, seremos um dia, Os alienigenas!

Congratulações grande José!
Só voce para criar algo assim!

Ataulfo Palhares disse...

Quem sabe o que nos reserva o fututo?
Quem sabe se um dia nos libertaremos de nossos preconceitos e traumas, iniciando um periodo de conciencia pura da importancia da raça humana no Universo!
Um autor e escritor que tem como maior caracteristica, escrever com o coração!

Abraços desde Vitoria!

Gloria Meirelles disse...

Meu querido amigo! Meu escritor do coração! Este é um dos seus mais perfeitos contos!
Meus netos adoram ver seriados de tv onde existem super herois, na maioria japoneses e são fissurados em ficção!
Vou fazer questão de mostrar a eles de um jeito adequado o que pode ocorrer conosco se as coisas continuarem assim.
Eles são o futuro de nosso pais e todas as crianças juntas o futuro deste planeta.
Precisamos fazer com que cresçam alertos para os males que causamos ao nosso planeta, à nossa casa e que é de responsabilide deles evitar que tanta destruição nos leve a ter que ir embora de nossa propria casa!
Como sempre você é perfeito meu querido!

Beijos de sua amiga e fã que te adora,

Gloria Meirelles

Janio Dionisio disse...

Insuperável no quesito reflexões!

Abçs!

Edson Santos disse...

Pelo visto os seus leitores, assim como eu, aproveitam o horário de almoço para se emocionar com seus textos meu caro José!
Desta vez voce me surpreendeu!
Quem poderia senão você nos mostrar como alienigenas?
Até uma boa parte da estoria eu ficava imaginando que forma tão medonha eles tinham para assustar tanto o pobre soldado.
Você é sem duvida nenhuma um mestre em escrever reflexões!
Parabéns e um abração Jose!

Massahiro disse...

Incrivel rapaz. Mas estou desenvolvendo um projeto de jogo para a universidade com um tema muito semelhante baseada na obra de arte de Bosch "The Ship of Fools" (A náu dos insensatos) que é uma alegoria crítica a moral social da época, nós (meu grupo) estamos adaptando a alegoria para a questão moral da sociedade hoje. Mais do que isso não posso falar HAHAHAHA
Mas me lembrou o livro do Philip K. Dick (O pai do sci-fi na literatura) que deu origem ao filme "Blade Runner" o nome do livr é "Do Androids Dream of Eletric Sheep?". Este livro trata sobre a situação do planeta depois da WWT (World War Terminus) onde o planeta terra ficou inabitável e cheio de doenças pela poluição, para fugir criou-se colonias em marte, porém só aqueles que possuem uma genetica perfeita e são ricos podem morar lá, longe das doenças, enquanto os que não podem ficam no planeta terra tentando sobreviver em uma sociedade caótica, violenta e destruida. o Phillip K. Dick também foi o estopim para o genero Cyberpunk conhecido hoje (como o anime Akira ou Matrix), mas foi explorado por William Gibson com o "Neuromancer" o livro que muitos dizem ser a origem do Matrix.
Seu conto lembrou-me também o filme "Final FAntasy Spirits Within" e o jogo "Phantasy Star Online". Bastante interessante.

Rogério disse...

Lindo texto! Mais claro e preciso impossível. Você realmente sabe tocar os corações e as razões! Grande Beijo!

Denniz Moreira disse...

Mais uma vez, parabéns! Fantástico! Me lembrou As crônicas marcianas de Ray Bradbury. Queira Deus que seu conto seja apenas ficção e nunca se torne realidade!

Impressões de um escritor adormecido

Claudio Dias Bras disse...

Quando se chega ao ponto em que o soldado atira no alienigena e fica apavorado ao vere de perto aquela horrivel criatura eu tive pena do pobre guerreiro que defendia sua raça da maldade daquelas inimagináveis criaturas e quando ele descreve o porque eles eram tão horrorosos eu fiquei num estado que é dificil explicar.
Nós eramos os alienigenas em seu conto!
Que imaginação fantástica você tem!
Tudo que ocorre conosco desde o principio dos tempos realmente não nos dá esperanças de coisa melhor no futuro!
Um alerta imaginativo, mas de alguma forma especial, tão verdadeiro que chega a arrepiar!

Um talento especial, numa mente especial!

Parabéns!

Julio Marins (AM) disse...

Só de pensar que um dia nós possamos fazer alguem se sentir tão mal ao ficar frente a frente conosco me dá arrepios!
Impressionante seu poder de criar!
Mais uma das mensagens em forma de testo que vai de uma forma sutil direto ao ponto!

Que Deus não permita que sua ficção se torne relidade!

Abração!

Iran Bezerra disse...

Adoro assitir filmes de ficção e ainda mais quando são sobre alienigenas um assunto que sempre me fascinou.
Mas quando descri que eu posso vir a ser um acestral de um deles eu fiquei chocado!
A gente imagina os alienigenas como criaturas montruosas, e è tanto, que se eu fechar o olhos e mentalizar um deles, tenho certeza de que vou ve-lo com um, ou treis olhos, com escamas sobre uma pele de tom esverdeado ou acinzentado!
Nós criamos deles uma imagem negativa, nem por um instante temos a ideia de querer contatá-los e fazer amizade!

Você é absoluto no que faz!

Fique na paz e siga em frente por que atrás vem gente...

Fred Maia Topal NY disse...

Não posso dizer que me agradou a comparação, mas sou obrigado a concordar que os atos que praticamos contra a natureza e meio ambiente, não nos dá esperanças usufruirmos de nossa casa por muito tempo.

Parabéns pelo rasciocinio lógico e a mente aberta que você tem!

Sucesso!

Flávio Thienne disse...

Muito reflexivo, mas só o grande Pai sabe qual será nosso destino!
A pérspecitva é assustadora e se sua intenção era passar a mensagem de que temos que parar para pensar em nossas atitudes, você conseguiu, pelo menos comigo.

Espero que muitos mais leiam nas entrelinhas de seu conto e captem sua mensagem que é muito mais do que uma simples utilidade publica, é um alerta e como tal deve ser entendida!

Sorte na luta e não desista nunca!

deborah-biblia disse...

Engraçado é que eu no passado, tinha mania de ler tudo sobre OVNIS e frequentava
as palestras sobre os seres extra terrestres. Li quase tudo sobre eles.
Fiquei impressionada com os livros do autor de "Ëram os Deuses astronautas?"
E sempre achei, em tese, que os chineses sao os extra terrestres.
Reaprem como eles lembram os alienigenas.
E agora lendo o livro 1421 Ö ANO EM QUE A CHINA DESCOBRIU O MUNDO.

acho que estou certa.Afinal ele maperam o mundo,

Mas quanto a os estragos que a humanidade está fazendo na terra,
A natureza ensina com as armas que ela possue.
enchentes furacoes e etc.
beijos.

Danilo Vieira disse...

Certamente, se não mudarmos de direção, iremos acabar mesmo sendo "Os alienigenas" de quem tabto falamos com temor pelo que eles possam representar caso venham a fazer parte de nosso dia a dia num futuro imprevisto.
Voce com sua criatividade nos alertou para o fato de que talves, somente talves, eles não sejam os monstros que nós imaginamos que sejam, que suas aparencias possam não ser tão horriveis como os pintamos.
Nós muitas vezes agimos de forma violenta, drástica e cruel e se pararmos para refletir bem sobre isto, podemos mesmo ser abonináveis criaturas...

Parabéns pelo texto e pela criatividade impar!

Dulce Maya disse...

De fato, você é um novo conceito em literatura neste país!

Continue com este seu estilo que só nos faz bem!

Clóvis Delamare Jr disse...

Através de parábolas você já nos trouxe muitas palavras de reflexão e sua imaginação é capaz de nos surpreender a cada conto publicado!

Os alienigenas é um exemplo claro de onde você quer chegar com seus textos sempre reflexivos e voltados a fazer o bem a todos.

Abraços fraternos!

Aldeide Fonseca Munhoz disse...

Espero poder ter o prazer de ter um livro com uma coletânea de todos os seus contos que são de um profundidade imensa, pois seria um livro de cabeceira para muitos de nós e para todos aqueles, que tivessem a oportunidade de adquirir um exemplar dele.
Faltava no mercado literário nacional, um autor e escritor como você, que se dedica e tocar os corações das pessoas com suas palavras, que sempre nos trazem reflexões que só podem nos levar a um mundo melhor!

beijos de sua fã,

Nathalia disse...

Um homem que deve ter um coração tão grande que é impossivel medir o tamanho, este é você José!
Seu blog é maravilhoso!
Li vários de seus contos e posso dizer que amei cada um deles e que em cada conto, em algum trecho econtrei um pouco de mim mesma!
Sua sensibilidade com relação aos sentimentos humanos ainda vai ser lembrada como algo muito além da lenda!
Beijos e de minha parte, obrigado pelos momentos de luz!

Maria Quitéria disse...

Com toda a violência e ignorancia que a cada dia toma mais e mai conta da mente e do coração dos seres humanos, não será de se espantar que um dia sejamos conhecidos como os alienigenas!
Uma grande sacada, uma grande mensagem vinda de uma pessoa muito especial e talvez, apenas talvez, vinda de outro mundo...

Beijos de ternura e admiração!

Chris S.M. Pta. disse...

Um oasis de paz, de amor, de fé em Deus e de muitas reflexões, para serem lidas com muita calma, para que se possa compreender a fundo tantas mensagens de amor pela vida e pelos nossos semelhantes!

Que Deus te abençoe por ser assim!

Oswaldo Meirelles disse...

Meu caro José, demorei mas não poderia deixar de comentar nesta publicação tão especial!
Desde muito jovem sempre acreditei que não somos os únicos no Universo e que outros tipos de vida devem estar espalhados na vastidão do espaço sideral.
Quanto à aparencia deles a gente apenas tem congecturas, é impossivel se dizer com certeza qual sua forma física num geral.
Uma coisa é certa, a imagem que fazemos deles é a pior possivel e achamos que em questão de beleza fisica, somos muito superiores, contudo, seu conto nos remete a um futuro, talvez não muito distante, numa época em poderemos vir a descobrir que nós é que somos monstruosos!

Como sempre você é perfeito meu caro José!

Abraços do amigo sincero,

Oswaldo Meirelles

Ric disse...

Passar por aqui, é poder por alguns instantes sentir que nem tudo esta perdido ainda, e que depende unicamente de nós, a nossa própria salvação!

Abçs!

Ricardo

bruno disse...

nossa essa estoria é realmente impresionante na minha opinião a melhor que vc escreveu beijos

vera pariz disse...

MEU AMIGO,SUPER INTERESSANTE ESSE TEXTO.SIM,CLARO QUE LONGE DA REALIDADE,MAS UMA COMPARAÇÃO E TANTO EM SE TRATANDO DE CUIDADOS COM O NOSSO PLANETA.É AMIGO SE TODOS REFLETÍSSMOS MESMO SERIA BOM,MAS TUDO DEUS FEZ MARAVILHOSO E O HOMEM INVENTA E MUDA E CONSTRÓI,DERRUBA,ASSIM POR DIANTE.CUIDEMOS SIM COM MUITO CARINHO DAS NOSSAS MARAVILHAS,MAS TODOS CUIDAM?BELÍSSIMO TEXTO E REFLEXÃO.SÓ MESMO VOCÊ COM ESSA CAPACIDADE EXTRAORDINÁRIA PARA NOS PROPORCIONAR ISSO.DEUS É CONTIGO SEMPRE AMIGO....BEIJOS NO SEU CORAÇÃO...

Hilton Nobrega Dias disse...

Do jeito que vão as coisas, só há uma solução.
Temos que começar do zero, mas com lucidez!

Parabéns pelo alerta!

É sempre um alento enontrar alguem como você!

Abs!

Christiane Paineiras disse...

Preciso lhe dizer uma coisa:
Quando entrei em seu blog pela primeira vez, fiquei apaixonada pelos seus contos e lendo os comentários, percebi que é uma espécie de ponto de encontro daqueles que gostam de boa leitura, de literatura limpa, sem politicagem, sem vulgaridades e principalmente, sem sexo escrito o que é muito comum e vulgar.

As pessoas assim como eu, se sentem à vontade para deixar seus comentários, e cada um diz com vontade o que tem para dizer e sem se preocupar se esta escrevendo demais.
Acho que esta sua caracteristica de falar como ninguem dos sentimentos humanos, nos atrai e a razão, eu tenho certeza é que muitos de nós precisam acreditar que o mundo não é tão ruim, que nem todas as pessoas são más, ou aproveitadoras das fraquesas dos outros.

Normalmente quando se comenta em noutros lugares, temos receio de nos abrirmos demais, mas com você não, a gente quer que voce saiba o que cada um de nós pensa a respeito do que você escreve e sua atitude, de valorizar os comentários dos leitores, faz com que se sintam bem e o fazem com amor.

Igual a você, por enquanto, só você!

Beijos escritor do meu coração!

Amo muito o que você faz!

Tarso Pianoforte disse...

Este assunto dá muito o que falar.
Primeiro, cada um de nós precisaria fazer um balanço sobre o nosso comportamento, sobre nossas atitudes para com a natureza e o meio ambiente e dopois refletir profundamente sobre o que poderiamos fazer para amenizar os estragos que já causamos ao planeta e a todas as pessoas que nele vivem.
Sem falar é claro, que devemos tambem rever nosso conceito de relacionamento com o próximo em todos os aspectos.
Depois de feito um balanço geral, deveriamos procurar agir e ser como seres humanos, não como monstros que em muitas situações já não há como negar este fato.
Seu texto é de extrema valia e deveria ser lido por muitos mais.
Quem sabe cada leitor, envolvido pela mensagem que você quis passar, possa dar um passo na direção de nossa salvação de um dia sermos conhecidos no Universo como "Os alienigenas".

Abração e tudo de bom!

SONIA DA ROCHA LIMA disse...

Afff...!!!Parabéns pelo texto!!!
Ameiiiii...!!!
Não sabemos onde parar,mas vamos andando...afinal,"o futuro a Deus pertence"
Bjsss...milll...

Malu disse...

Oi José, primeiramente queria agradecer a sua ilustre visita ao meu humilde "cantinho".
Depois queria agradecer imensamente a honra de estar entre os teus favoritos, quem sou eu?, estou mt longe de ser poeta, escritora ou aspirante a qualquer coisa do genero. Sou apenas uma mulher cheia de decepçoes, mas ainda assim cheia de sonhos, precisando de desabafar. O meu blog foi criado pra ser o refúgio do meu coração.
Bem-vindo ao meu esconderijo!
Sinta-se a vontade...
Quer uma taça de vinho do Porto? rsrs..
Beijos.

P.s: Amo os teu textos..
Ja sou visitante assídua do teu espaço!

JUNIOR OMNI disse...

TESTEMUNHO DE UM EX-ROQUEIRO
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JESUS VEM!

Anônimo disse...

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