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domingo, 6 de julho de 2008

NOS JARDINS DO PARAÍSO...




Há muito, muito tempo atrás, talvez até duas vezes mais tempo tenha se passado, do que eu possa contar, no Bairro da Consolação, na capital de São Paulo, um homem muito forte morava numa casa onde não havia muros, apenas uma pequena cerca de madeira e do lado de dentro dela, ficava seu lindo jardim. Era um jardim muito grande, com uma grama suave e ao longo dele, muitos pessegueiros faziam a alegria dos passarinhos nas manhãs ensolaradas e cheias de luz. O Jardim era tão lindo, que não havia aquele que passasse em frente à casa, e não se apaixonasse pela visão, principalmente, quando chegava a época das floradas dos pessegueiros, que se transformavam em verdadeiros buquês de lindas flores pequeninas, em tons de Rosa bem suave e de um Amarelo bem claro, com nuances peroladas, que verdadeiramente davam encanto e magia, à atmosfera do jardim.
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O homem grande e forte que morava na casa, se chamava João, mas era conhecido por todos no Bairro como João Montanha. Este apelido lhe havia sido dado pelas suas complexões físicas avantajadas, pois além de ser muito forte, era muito grande também. Ele vivia só, era viúvo, havia perdido sua esposa no parto de seu primeiro filho e desde então, ele perdeu a fé, não acreditava mais em Deus, pois ele achava que se Deus existia, ele era ruim e não tinha compaixão, pois como poderia um Deus bondoso, tirar dele, a pessoa que mais amava na vida e seu filho que estava por nascer. Durante a semana ele trabalhava, saia cedo de casa e só voltava à noitinha, assim, quando as crianças saiam da escola, por volta de meio dia, elas vinham correndo para brincar no jardim, tão belo e florido que fazia a alegria de seus corações. Mas um dia, João Montanha resolveu passar em sua casa no período da tarde, para pegar uns documentos que ele havia esquecido e quando lá chegou, ficou enraivado e furioso com o que viu. As crianças brincavam alegremente por todo o jardim, muitas haviam subido nos galhos das arvores, outras brincavam de pega-pega ou esconde-esconde, numa euforia sem igual, mas quando elas o viram, o jardim inteiro emudeceu.
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As crianças não disseram nem mais uma palavra, até os pássaros nas arvores pararam de cantar e João Montanha enfurecido, ordenou aos gritos com sua voz de trovão, que todos saíssem imediatamente de seu jardim, porque aquele lugar é sua propriedade e ele não iria permitir a invasão de quem quer que fosse, muito menos das crianças, a quem ele detestava e de quem ele nem queria ouvir falar. Ele, no auge de sua raiva, mandou derrubar a pequena cerca de madeira e construiu um muro de dois metros de altura, com um portão de ferro, cheio de pontas de lança, para que ninguém pudesse entrar. Desde aquele dia, as crianças não tinham mais onde brincar. Elas tentaram brincar nas ruas, mas não era a mesma coisa, pois as ruas eram sujas, duras, cheias de pedras e elas não gostavam disto. Era muito comum se juntarem em grupos, meninos e meninas, conversando e falando sobre a falta que sentiam de brincar no jardim e se lembravam com tristeza, de quão felizes elas eram, naquele lugar mágico e cheio de luz.
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Então como sempre, a Primavera chegou e por todo o Bairro da Consolação, nas floreiras das janelas, nos jardins das casas e das praças, lindas flores desabrocharam e os mais lindos pássaros cantavam alegremente, pareciam querer dizer com seu canto, que natureza, assim como eles, estava feliz com a chegada dela. Contudo, no jardim de João Montanha, a Primavera não chegou, nele, ainda era Inverno, pois os pássaros não mais se importavam em pousar nas arvores, já que nele não havia mais crianças a brincar e as arvores por sua vez, de tanta tristeza, esqueceram-se de florir. Até mesmo uma pequena flor desavisada, quando resolveu se abrir e viu o clima frio e tenebroso de Inverno do jardim, recolheu-se em seu botão e voltou a dormir. Os únicos que estavam felizes naquele lugar eram o vento frio e a geada, que com sua temperatura abaixo de zero, queimava até mesmo a grama do jardim.
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O frio e a geada estavam tão felizes com aquele lugar que até disseram que já que a Primavera havia esquecido aquele jardim, ali elas permaneceriam o ano inteiro. O vento que carregava um frio congelante, arrancou todas as folhas das arvores e a geada, cobriu todo o chão com um manto branco, em tons de prata, matando sufocadas e queimadas, as folhas pequeninas e delicadas, da grama do jardim. Sentindo-se solitários, o frio e a geada convidaram os ventos das geleiras do Polo Norte para vir lhes fazer companhia e quando eles chegaram, já entraram devastando com sua força, o que havia sobrado do jardim de João Montanha. Os ventos das geleiras se lembraram que seu primo, o redemoinho dos ventos, iria adorar o lugar e eles o convidaram também e quando ele chegou, entrou rodopiando e rodopiando, carregando consigo tudo que encontrava pelo carinho, e assim ele ficou, de lá para cá, até que resolveu arrancar algumas telhas do pequeno coreto que havia no jardim.
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O redemoinho gostou tanto daquele lugar, que não resistiu e quis compartilhar aquela delicia com seu amigo americano o tufão e ele veio. Quando ele chegou, já foi logo arrancando parte do telhado da casa de João Montanha, quebrando varias janelas sem dó nem perdão e lá dentro da casa, sentado próximo a uma das jalenas, ele olhava para o ambiente cinza e sombrio de seu jardim e não compreendia, o porque daquele Inverno tão rigoroso e violento, muitos menos, o porque da Primavera ter chagado a todos os outros jardins, mas estar demorando tanto para chegar ao dele. Lá no fundo de seu coração, de alguma forma, ele precisava acreditar que ainda era possível o tempo mudar. Mas a Primavera nunca mais chegou, nem o Verão. O Outono trouxe consigo frutas douradas e todos os jardins da região, mas no jardim de João Montanha não, e assim, lá naquele lugar, antes lindo, cheio de flores, cheio de vida, agora era sempre Inverno, com geada cobrindo a grama e os ventos das geleiras e o redemoinho, dançando num imenso frenesi, entre as arvores do jardim.
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Numa manhã, muito tempo depois, João Montanha estava ainda deitado em sua cama, envolto em toneladas de cobertas, quando ouviu uma linda canção e ela soava em seus ouvidos, como o som de uma orquestra, tocando em uníssono, a mais bela valsa de Strauss. Mas não, era apenas um canarinho, cantando do lado de fora de sua janela, mas já fazia tanto tempo que ele não ouvia um pássaro cantar em sua janela, que para ele, era musica mais linda do mundo. Então ele se levantou de sua cama e foi até a janela para ver se conseguia ver o pequeno pássaro cantor e o que ele viu, encheu se coração de alegria, pois a geada havia derretido, os ventos das geleiras haviam se transformado em brisas suaves, o redemoinho e o seu amigo americano o tufão, pareciam ter desaparecido, tão rápido quanto chegaram, e um perfume suave e maravilhoso entrava pelas frestas de sua janela. O que aconteceu, foi que com a força dos ventos das tempestades, do tufão e dos redemoinhos de vento, uma parte do muro havia caído e por lá, as crianças entraram no jardim e estavam brincando alegremente na grama e nos galhos dos pessegueiros, na verdade, em cada arvore havia uma criança e elas estavam tão felizes com a volta das delas, que floriram como num passe de mágica, tornando o jardim de João Montanha, o próprio espírito da Primavera.
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Os pássaros voavam em torno do jardim, de galho em galho, felizes e cantando e as flores, pareciam sorrir, acariciadas suavemente pela brisa da manhã e esta visão era a mais linda que ele havia visto em sua vida, contudo, em um canto de seu jardim ainda era inverno e a geada, os ventos das geleiras, o tufão e o redemoinho ainda agiam sem piedade e lá, em meio a tudo aquilo, embaixo da arvore, havia um pequeno garotinho e ele chorava copiosamente tremendo de frio, mas ele chorava não era pelo frio, era porque não conseguia subir nos galhos do pessegueiro como os outros meninos. Seu pranto era tão triste e sentido, que ao ver, perceber a dor do garotinho, o coração de João Montanha que havia se tornado frio e insensível derreteu e ele, vestindo-se o melhor que pode, saiu para o jardim em direção ao garotinho, mas quando as outras crianças o viram sair da casa, elas correram de medo daquele homem forte e de mau humor. Quando elas acabaram de sair do jardim, no mesmo instante, a área em que elas brincavam, foi novamente tomada pelo Inverno, e com ele todos os seus amigos e seus convidados.
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João Montanha então percebeu o quanto tinha sido ranzinza e egoísta, ele compreendeu a razão da volta da Primavera ao seu jardim, mas sua atenção estava voltada para aquele pequeno garotinho e tamanha foi a pena ele sentiu do pobrezinho que ele só pensava em ajudar aquela tão frágil criancinha. O garotinho não percebeu a aproximação dele, porque seus olhos estavam embaçados pelas lágrimas e quando João Montanha foi chegando mais perto, ouviu a arvore dizer ao garotinho que ela iria baixar seus galhos, o mais que ela pudesse para ele subir, mas ele era tão frágil e pequenino que não conseguiu alcança-los e seu pranto de dor e desencanto foi ainda maior. Aquele homem enorme pegou nos braços o pequenino, o colocou sentado num dos galhos do pessegueiro e no mesmo instante, as flores da arvore se abriram envoltas em tons de Rosa e Amarelo Perolado, os pássaros foram se chegando, sentaram-se nos galhos dela e logo começaram a cantar.
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O pequenino, sentado no galho e apoiado por João Montanha, abriu o mais belo sorriso, passou seus pequenos braços em volta do pescoço dele e com um olhar de adoração, deu a ele o mais delicioso beijo que uma criança pode dar. As outras crianças vendo tudo aquilo, voltaram uma a uma e brincaram no Jardim e em suas brincadeiras elas passaram a incluir o Tio João, como agora era chamado por elas e ele, mais parecia uma delas enquanto brincava com todos e seu novo amiguinho e assim, aquele que antes tinha um coração duro, frio e era tão egoísta a ponto de não querer compartilhar com as crianças as belezas da natureza, transformou-se também em uma criança, porque dentro dele, daquele coração duro, havia também um garotinho, só esperando que alguém o chamasse para brincar.
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No final da tarde, todos foram embora na promessa de voltar no dia seguinte e Tio João, depois muitos e muitos anos de solidão e insônia, pode dormir em paz consigo mesmo e realizado por ter libertado o garotinho quer havia dentro dele também. Nos próximos dias, nas próximas semanas, nos próximos anos, todas as tardes depois das aulas, o jardim dele se transformava em um Play Ground e isto, não importava a estação do ano, porque lá, com a presença das crianças em sua vida, era sempre Primavera. Contudo, seu amiguinho, aquele pequenino que ele ajudou a subir nos galhos do pessegueiro, que lhe deu o primeiro beijo de sua vida, nunca mais apareceu e o tempo foi passando, as crianças iam crescendo, Tio João ia envelhecendo enquanto outras crianças surgiam para brincar em seu jardim, mas em sua memória, estavam guardadas as lembranças dos olhos cheios de amor e vida, daquele garotinho quando o abraçou e beijou.
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Por vezes ele indagava aos jovens adolescentes que haviam sido crianças brincando em seu jardim, se eles tinham tido alguma noticia, ou se souberam do paradeiro do garotinho que ele tanto amava, mas de quem, nem o nome sabia e as respostas de todos eram negativas, pois o pequenino, do jeito que apareceu, desapareceu, sem deixar vestígios. O tempo como sempre não volta atrás e Tio João, tão amado pelas crianças, agora já era o Vovô João, um homem velho, cansado, com artrite e reumatismo, já não podia mais andar direito, quanto mais brincar com as crianças em seu lindo jardim, mas ele, se contentava em ficar sentado em sua cadeira na porta de sua casa, admirando as crianças correrem de lá para cá, ouvindo o som de seus sorrisos, esbanjando felicidade e ele dizia a si mesmo, que as crianças são a maior benção de Deus.
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Numa manhã, ele acordou e viu algo estranho através de sua janela, levantou-se com dificuldade para ver melhor, era o Inverno que havia chegado ao seu jardim, mas ele não detestava mais o Inverno, porque ele sabia que como a Primavera, as flores também precisavam descansar, mas algo mais lhe chamou atenção, num dos cantos de seu jardim, ao lado de um dos pessegueiros, estava um jovem rapaz, cabelos pretos e compridos, naquele frio, vestindo uma camiseta branca, calça Jeans e calçando um par de sandálias havaianas. Ele ficou curioso para saber o que aquele jovem rapaz estava fazendo lá. Vovô João saiu de seu quarto em direção à porta de sua casa e desceu com dificuldade as escadas para o jardim. Quando ele se aproximou do rapaz, ele não quis acreditar no que viu, esfregou seus olhos com os dedos, para ter certeza de que não estava vendo coisas.
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No rosto daquele rapaz, que o olhava com um sorriso doce e suave, estavam aqueles mesmo olhos que lhe ficaram na memória desde muito tempo atrás. Eram os olhos do pequenino que ele ajudou a subir na arvore, há tanto tempo, que ele já tinha até perdido a noção de quanto. O jovem estendeu seus braços em sua direção e o abraçou longamente, e entre lágrimas de alegria e contentamento, Vovô João disse a ele quanta saudade ele havia sentido nos anos todos de sua ausência. Após o abraço, ele quis segurar as duas mãos do jovem rapaz que tanto amava e quando ele as teve entre as suas, seu rosto ficou vermelho de revolta e indignação, pois no meio de cada uma das mãos do rapaz, e também em cada um de seus pés, havia uma cicatriz que obviamente tinha sido feita através de um prego que nelas atravessou. Quase sem conseguir falar, ele indagou ao rapaz quem teria feito com ele tamanha maldade, dizendo que iria tomar providências contra a pessoa de tamanha maldade, pois o jovem quando pequeno certamente, deveria ter sido vitima de violência infantil e isto, isto ele não iria admitir.
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Mas o rapaz, com seus cabelos negros e longos, com sua barba comprida e seus olhos de um intenso azul da cor do céu, disse a ele que não, que ele não precisava mais se preocupar, porque aquelas marcas em suas mãos e em seus pés, já haviam cicatrizado ha muito tempo, que ele havia sofrido muito e injustamente quando os pregos atravessaram suas mãos e seus pés, mas que agora para ele, elas eram nada mais, nada menos, do que as marcas do amor. Vovô João, que um dia foi o João Montanha e depois o Tio João, naquele momento, sentiu uma emoção imensa tomar conta de seu ser e caiu de joelhos em frente ao jovem que havia sido o portador quando pequenino, do primeiro beijo que ele recebeu de uma criança. O rapaz sorriu e disse a ele para se levantar e por estranho que parecesse, ele não sentiu dificuldade em faze-lo e enquanto isto, o rapaz lhe dizia que quando criança, ele o havia ajudado a subir no galho do pessegueiro e permitiu gentilmente que ele brincasse com ele em seu jardim, e que agora, ele iria retribuir a gentileza, levando-o para brincar em sua casa, em seus próprios jardins, que ficavam lá no Paraíso.
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Vovô João respondeu ao rapaz que ele não tinha mais forças para caminhar, que mesmo que chegasse com ele até sua casa para conhecer seus jardins, não poderia mais brincar, nem correr, estaria tão cansado da viagem do Bairro da Consolação ao Bairro do Paraíso, que só iria querer dormir. Foi então, que o rapaz ainda sorrindo, com o braço em volta de seu pescoço, disse a ele que não haveria cansaço algum, e quando lá chegassem, ele poderia brincar e correr com ele o quanto quisesse, sem dores, sem medos, sem o peso do tempo em suas costas, porque na verdade, ele o iria levar para o Céu, para brincar para sempre, nos jardins do Paraíso.
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Naquela tarde, quando as crianças chegaram para abraçar, beijar e brincar com o velho e querido Vovô João em seu jardim, elas o encontraram morto, ele estava deitado, como se estivesse dormindo e tendo um lindo sonho, embaixo de um dos pessegueiros, coberto por um manto flores caídas da arvore, em lindas nuances de cores, que variavam entre o Rosa bem claro e o Amarelo pálido, com tons perolados, numa mistura de cores tão linda e especial, que só poderia mesmo ter sido criada, pelas mãos do maior artista de todo o Universo, por mãos divinas, pelas mãos de Deus.
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Certamente, enquanto todos velavam o corpo do velho Tio João, entre lágrimas e preces por sua alma, tentando imaginar como era possível que em pleno Inverno, ele estivesse coberto de flores quando partiu deste mundo, ele estava lá em cima, ao lado de seu amigo, o primeiro amigo verdadeiro que ele encontrou em sua vida, e que mudou seu destino para sempre.
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Tal qual uma criança, livre, leve, solto, como nunca se sentiu na vida, com um sorriso largo nos lábios, agora ele estava brincando, nos Jardins do Paraíso.
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Autor: José Araújo
 





















38 comentários:

mdb disse...

Muito lindo este conto e nos serve como exemplo, para adultos que têm implicância com criança como se o significado delas fossem destruição. E pelo contrário para mim é união.
O velho João tinha um coração duro devido ao sofrimento e culpava Deus e as crianças, pois na sua perda havia uma criança.
Quem tem coração duro sofre muito e sozinho. Onde há criança, mora ali a alegria que, vai moldando as pessoas.
Nas o coração de joão nem tinha sensibilidade de notar as mudanças havida em seu jardim, depois que expulsou as crianças e murou tudo.E nem a transformação que o jardim sofreu serviu de alerta.
Foi preciso aparecer Aquele Menino para transformar seu coração. E como transformou! As crianças tiveram liberdade de ali voltar a brincar e ele continuando a sofrer com a ausência do Menino, o qual veio a aparecer depois de adulto. Veio para buscá-lo, pois ao vê-lo João transformou-se em um homem de coração puro, através do amor,que Deus com sua infinita bondade fez ele sentir. E ainda o levou para o paraíso.
As crianças sentiram sua morte.

Muito lindo Jose e obrigada por me dar esta chance maravilhosa de fazer comentário de meu Escritor preferido e muito amado, pela amiga Marilene Dias.

Gloria Meirelles disse...

É impressionante! Que capacidade você tem de nos transmitir através de seus textos que mais paracem contos de fadas, mensagens de fé, de amor, de compreenção, de vida! João Montanha, Tio João e Vovô João, se tornaram ao final de toda a trama da sua estória, o menino Joãozinho, brincando alegre e feliz nos Jardisn do Paraíso! Linda demais meu amigo querido! São contos como o seu que deveriam ser levados para as salas de aulas pelo professores que lecionam a crianças dos 5 anos em diante, para serem analizadas, refletidas e comentadas por eles para que comecem desde cêdo a reconhecer o valor da fé em nossos corações!
Meus netinhos adoraram e o mais novo até chorou no final, dizendo que ele não queria que o Vovô João fosse embora para o Céu, porque ele queria conhecer o seu jardim. Você é simplesmente mágico José! Origada como sempre por nos proporcionar momentos únicos de magia e encantamento ao ler seus contos meu amigo querido!
Um beijo da sua amiga de sempre,

Gloria Meirelles

Oswaldo Meirelles disse...

Você encanta e encanta a todos, desde as criancinhas pequenas até as crianças de 80 como eu e a Glória meu amigo! "Nos jardins do Paraíso" é uma fábula que pode-se dizer real, pois Ele pode estar presente onde ele quiser e pode se manifestar das mais diversas formas e isto caro José, porque como você deixa claro neste texto, ele é eterno, não tem idade e pode ser fisicamente tanto uma criança, como um velho, mas a sua essência é uma só! Congratulações pela sensibilidade, pela fé que é notória em tudo que você escreve e que nos transmite de uma forma mágica que só você sabe fazer!
Abração deste velho, que um dia quer ter o prazer de brincar, nos Jardins do Paraíso!

Oswaldo Meirelles

Paulinha disse...

De forma única nos dias de hoje, onde a fé não é levada a sério pela humanidade, você nos traz uma jóia rara como esta, nos mostrando que nem tudo esta perdido e que um autor como você, nos dias atribulados e corridos de hoje em dia, ainda lhe sobra tempo de alguma forma, para nos guiar com suas mensagens maravilhosas de fé, rumo aos Jardins do Paraiso!
Amo tudo que você escreve meu querido!

Da sua amiga que te ama muito,

Paulinha

Alvaro Garcia disse...

É como antigamente... Seu conto, é como aqueles que minha avó contava para nos quando ficava em nossa casa e até posso fechar os olhos e ver eu e meus irmão sentados no tapete na sala de nossa casa, ouvindo as estórias contadas por vovó. Para mim e para eles era como se entrassemos nas estorias e pudessemos escolher entre bandidos e mocinhos!
Parabéns grande escritor de emoções!

Abçs!

Eduardo Santos disse...

Cara, você cativa os leitores com seus textos tão bem elaborados, com sua maneira humilde de viver e de se relacionar bem com todo mundo!
Nos Jardins do Paraíso, é mais um texto que como sempre, é um verdadeiro espetáculo de redação, além é claro, de ser uma grande reflexão.

Parabens amigo lindo!

Beijos pra ti!

Flávio Militello disse...

Nem todo mundo tem este dom que você tem José! Deus quando te enviou a este mundo, sabia exatamente o que estava fazendo, pois a cada texto seu, a presença dele é mais do que evidente em seu coração!

Lindo demais!

Julio Cesar disse...

Doce, inocente, suave, tocante, criativo, instigante, comovente, enfim, isto é obra de um grande autor.

Parabéns mais uma vez!

Abçs!

Julio Cesar

walter ferraretto disse...

Meu querido J.Araujo,de onde vc tira inspiração,para criar esses contos,tão especiais.Até emociona amigo,de tão reais que são,parabens pela história.
Agora vou dizer alguma coisa sobre o maravilhoso autor.
Jose Araújo
Obrigado por vc existir
Agradeço a Deus,por você
O melhor amigo que tenho

Muito criativo
O cara mais cativante
Nunca nos deixa só
Tá sempre presente
Ama com intensidade
Não faz ninguem sofrer
Humano e compreensivo
Abre nossas cabeças,com bom textos.

Nara Maria disse...

Estou extasiada, José, após a leitura de "Nos jardins do paraíso". Vc, com sua criatividade habitual nos faz refletir sobre nossas próprias ações e reações frente à vida. Que lição de vida, hein???
Cada um de nós é representado através do personagem João o qual nos leva à reflexão sobre nossas atitudes nesse mundo conturbado em que vivemos. Por isso, meu amigo, a partir da leitura da hoje considero-me em busca de uma estrada que me leve aos jardins do paraíso! Parabenizo-lhe pela sensibilidade de suas palavras e pela oportunidade de poder estar aqui fazendo esse comentário.
Beijos,
Nara.

Nadja disse...

Que lindo, fiquei arrepiada com seu texto maninho. Se Deus viesse pessoalmente na forma de uma criança libertar os corações duros e sem vida, seria perfeito o relacionamento humano, mas Ele dá o livre arbítrio que o homem não sabe usar, então infelizmente isso só acontece em seus contos. "Tudo que fizeres a esses pequeninos a mim também fareis", e assim o João da Montanha abriu seu coração e ali Deus fez morada, permitiu que ele fosse feliz, doasse e recebesse amor, e quando o peso dos anos chegou, o menino, agora homem, que já havia dado a sua vida para salvar a humanidade, volta pessoalmente para buscar o vovô João para estar com Ele no paraiso. Que profundidade, que amor vc colocou em cada palavra, que mensagem linda, sem estar definindo religiões, vc sabiamente fala do amor de Deus. Parabéns querido, que esse mesmo Deus continue te iluminando para levar amor a todos que têm o privilegio de ler você.
Beijos com muito amor.

Ataide Alencar Morgado disse...

Num mundo onde a fé não representa quase nada para muitas pessoas, é maravilhoso ser lembrado da existencia de Deus da forma como você o fez! Quem mais senão você José Araújo, para de uma forma tão singular, fazer-nos refletir sobre nossos comportamentos perante aos nossos semelhantes e à natureza! As crianças são o nosso o principio de nosso aprendizado neste mundo, mas poucos se lembram da importancia delas e que tambem já foram crianças tambem! Deus, na sua infinita sabedoria, em sua bondade, em sua compaixão por nós, colocou entre nós um anjo chamado José, através de quem ele nos envia suas mensagens de amor e de fé! Lindo caro amigo! Me emocionei às lágrimas lembrando de espisódios em minha vida, onde eu fui um João Montanha, mas como ele, eu aprendi minha lição e espero que com ele eu possa brincar, nos jardins do paraíso!
Um beijo grande meu amigo e irmão!
Parabens pela sua conduta perante à vida, perante a fé e seus semelhantes!

Cleide disse...

Seu poder vai além da imaginação dos meros mortais José! Seu feitiço sobre as pessoas, não usa de artificios macabros, olhos de lagartixa, bigodes de morcegos, muito menos gizos de cascavel.
Você nos enfeitiça com o poder do amor, da fé, da crença de que este mundo pode ainda ser melhor para todos, sem excessão! Bruxo? Feiticeiro? Mago? Duende? Não! Apenas um homem bom e de coração limpo e puro, pois só alguem assim para excercer tanto poder com seu carisma e cativar tantos corações!
Beijo meu lindo!
Adorei tudo que li!

Cleide Alencar disse...

Magia, pura magia! Que conto mais lindo e sensivel você escreveu!
A fé remove montanhas e transforma pedras em peixe e pão, porque então não transformaria um homem frio como João Montanha, no Tio João e no Vovô João?

Adorei demais!

Helio disse...

N a vida a gente aprende a cada passo que se dá e muitas vezes tropeçamos pelo caminho, perdendo o equilibrio, sem saber onde pisar, mas graças ao bom Deus, existem pessoas tão especiais assim como você, para nos lembrar de uma forma mágica e sublime, que lá em cima, na casa de Deus, estão nos esperando, os jardins do paraíso!

Um beijo em seu coração que maior não pode haver!

Seu amigo que te ama muito,

Helio Tavares de Sá

Julio George Magalhães disse...

O mundo poderia ser bem melhor se o ser humano não fosse tão egoista, se ele se preocupasse em compartilhar de uma forma uniforme tudo aquilo que há de bom não só no planeta, mas no universo interno que existe em cada um!
É incomum encontrar escritores que como você escrevam sobre sentimentos, sobre fé, sem que em momento algum tente nos levar a crer em determinada religião, sem forçar a barra de nossas próprias crenças, apenas nos fazendo refletir sobre a importancia de o fazer. A reflexão não só sobre os aspectos externos, mas tambem sobre os internos, nos fazem pensar, procurar enxergar nosso próprio "eu" e desta forma ter uma vida mais equilibrada, sem stress, sem excessos, sem sentimentos ruins. É mesmo um prazer enorme ler seus textos, que de uma forma ou de outra, acaba tocando nossos corações e o resultado é o eu sucesso, que como resultado lhe traz o amor e carinho dos leitores.
Me curvo a você José, pois com uma propriedade impressionante você escreve tenho certeza, tudo que lhe vai no coração!
Sucesso é o que lhe desejo!
Abraços e bom feriado!

Douglas disse...

Boa noite meu querido e amado AMIGO, seu conto me fez chorar do inicio ao fim... João Montanha com sua implicância com as crianças e com DEUS, não percebia o tamanho e o significado de seu jardim, João Montanha precisou viver na frieza e no isolamento, precisou de uma criança para ser salvo e libertado, transformando-se em um homem de coração puro e repleto de amor. Tenho certeza que João Montanha hoje, vive lá em cima... cuidando de nossos jardins, espalhando em nós seus mais belos perfumes, suas melhores cores de alegria e seu eterno agradecimento por nossas crianças....
Grande beijo em seu lindo coração meu AMIGO, sou seu fã!!!

Raul Alves SBC disse...

Como é bom ler seus textos, assimilar as mensagens neles contidas e poder dizer a você meu muito obrigado! Graças às sua publicações semanais, minha vida de um poço sem fundo de traumas e rancores, se tornou novamente minha maior prioridade. Quem dera mais pessoas como eu tivessem a chance de ler seus contos, pois tenho certeza de que muitos seriam tocados por suas palavras, no fundo do coração!
Abraços de seu fã, que como seu personagem Vovo João, deseja mais do que nunca poder um dia brincar, nos jardins do paraiso!

Isabella Asssunção disse...

Completo para voce seria pouco dizer, pois sua capacidade de nos envolver com seu carisma e sua luz, ultrapassa as fronteiras da imaginação! "Nos jardins do Paraíso" é sem duvida nenhuma uma obra de arte na literatura nacional!

Parabens e tenha um final de semana muito feliz!

Beijos, de sua fã,

Isabella

Líria Tavares Muniz disse...

Você não pode ser real! Quem neste mundo cheio de hipocrisia seria tão puro de sentimentos, tão lindo por dentro para escrever o que você escreve? Só espero nunca me descepcionar com você José!
Deus te mantenha com esta integridade que você tem!

Este conto tem nas entrelinas de seu texto, qualidades que poucos tem!

Beijossss!

Eliete Muniz disse...

Me apaixonei pelos seus contos Jose Araujo!

Te encontrar no meio de um imenso oceano como a internet é como receber de Deus algo muito precioso, para guardar para sempre dentro do coração!

Maravilhoso seria menos do que você merece por ter este talento!

Bom final de semana!

Eliete

Analia Teixeira disse...

Você vai além de escrever belos contos que tocam o coração da gente e faz com que a gente se emocione profundamente! Li outros contos anteriores a este em seu Blog e percebi que você foca sua inspiração na criação de profundas reflexões, mas tambem percebi que você é de uma versatilidade fantastica ao escrever! Parabéns pelo talento, ou seja, pelo dom maravilhoso que você tem! Nos jardins do paraiso, é um conto muito lindo e sua maior mensagem é que a fé é a coisa mais importante em nossas vidas,e isto, independente de religões, coisa que você sabiamente não aborda, o que o faz um escritor de emoções democrático, que não tenta incutir nos leitores a idéia de que uma religião é melhor, ou pior que a outra!
Muito sucesso é o que lhe desejo, pois eu pessoalmente, gostaria de que muitas outras pessoas tivessem a oportunidade de sentir bem lendos seus contos, que na verdade, são uma verdadeira terapia, para a alma e para o coração!

Beijos e obrigada por escrever muita coisa que eu precisava ler!

Nair Costa disse...

É quase que como um sonho encontrar você no meio de tantos e tantos outros blogs pela internet! Existem talvez milhares de outros autores e escritores que publicam coisas lindas em seus devidos sites, mas nada comparado a você!
Este conto me fez repensar meu comportamento para com as crianças e abriu meus olhos para o pecado que estou cometendo, ao quere-las bem longe de mim! De hoje em diante, pode ter certeza, vou fazer de tudo para merecer um dia, brincar nos jardins do paraiso!

Muito lindo Jose!

Tocastes meu coração e minha alma!

Beijos de uma fã recente, mas que já te ama de paixão!

Regis Mastrangelo disse...

Duvido que um leitor que acesse seu blog não volte novamente caro José! Tem coisas na vida que não tem explicação e seu talento e carisma, fazem parte delas!
Congratulações pelo seu " Nos Jardins do Paraíso"!

É tão lindo e tocante que até agora, meus olhos ainda estão marejados de lágrimas!

Abração grande escritor!

Rogerio Baltazar disse...

Deus escreve certo, por linhas tortas, esta era uma coisa que minha mãe sempre dizia a nós quando ainda estava entre nós e sei que ela, assim como Vovô João, foi amada e querida por todos seus netinhos e seus amiguinhos e por isto, ela ainda deve estar brincando, nos jardins do paraiso!
Grande para você é muito pouco, eu diria, inigualável!

Bom FDS!

Rodolfo Nicastro disse...

Li todos os cometários dos seus amigos e fãs antes de escrever o meu e posso dizer com certeza, que o carinho, amor, amizade e admiração de todos eles sentem por você esta dentro do coração de cada um e saiba que acabei de me tonar mais um de seus admiradores grande José!

Fique bem, com muita paz para nos trazer através de sua mente brilhante, sempre mais e mais mensagens de amor e fé!

Bom final de semana!

Prof. Madalena de Jesus disse...

Nunca deixe de escrever José! Deus te deu este dom e você precisa acreditar sempre nele, levando a diante suas publicações que tem feito bem ao coração de tanta gente!

Parabens por este conto lindo e emocionante e tambem por tudo que já publicou aqui!

Um beijo enorme pra tí!

Eder Costa disse...

Você é demais!

Leninha Barbosa SJC disse...

Que Deus te proteja sempre e que lhe conserve assim, com esta pureza d`alma que é só sua!
Beijos! Adoro você!

Mary disse...

Jogar confetes em você é muito fácil para todos, quero ver mesmo e ter coragem de falar a você sobre seus defeitos em vez de suas virtudes! O problema é que eu não encontro defeitos, só virtudes, assim, só preciso de coragem para dizer:

TE AMO!

Jorge Malta disse...

Nota-se claramente que seus textos são focados em levar as pessoas à reflexão e isto, você consegue fazer com imensa habilidade, pois em cada conto aqui postado, pude tirar muitos conhecimentos sobre sentimentos e sensações que me afligiam ha muito tempo. Seu trabalho é de grande importancia para todos que tem a oportunidade de ler seus textos. É de se admirar encontrar nos dias de hoje, alguem que faz o bem apenas por prazer de o fazer. Li outros contos seus publicados no Uol e posso dizer que a gama das àreas dos sentimentos humanos que você procura se focar é muito grande e de uma qualidade impecável. Acredito que você deveria juntar uma coletânea de seus contos e publicar um livro e aqui vai minha sugestão para o título: "Por um mundo melhor".
A primeira vez que vi sua página no Orkut e li " Jose Araujo, por um mundo melhor" achei pretenção demasiada de sua parte, mas conhecendo seu trabalho e compreendendo bem a que você se propõe, sei hoje com toda certeza de que o título perfeito para um livro seu é este mesmo.
Lhe dando meus parabens sei que caio num lugar comum, dentre tantos e tantos que o parabenizam por seu trabalho com os contos e pela pessoa especial que você é, mas com uma palavra, espero definir você:

Soberbo!

Abração de seu admirador e leitor assiduo,

Jorge Malta, um brasileiro, vivendo hoje em Potugal, mas que aprecia a cultura que cresce a cada dia no Brasil.

Iberê Cunha - Brasilia - DF disse...

Escritores nacionais infelizmente não tem a divulgação de seus trabalhos como deveria, o mercado literário é basicamente movido pelo Dollar e assim, a mídia destinada à divulgação dos livros lançados, foca-se básicamente no que é lançado no mercado exterior.
Este é um erro grave que deveria ser corrigido o mais breve possivel, pois escritores como você podem levar nosso país ao topo da literatura mundial.
Enquanto isto não acontece, leitores como eu, vão até as livrarias e procuram pelos ultimos lançamentos nacionais e melhor, compram um exemplar para conhecer a obra por inteiro, não apenas ficam folheando o livro nas livrarias sem comprar e não perdem nada ao conhecer nossos autores a fundo, como sua obra, seu estilo, sua meta ao atingir o leitor.
Foi assim que comprei o livro Entrelinhas e acabei chegando a você, para lhe dizer que você noão fica devendo nada a nenhum autor internacional, muito pelo contrário, supera em muito, alguns que tem lançados no mundo "best sellers" que arrebentam nas vendas, não pelo conteúdo, mas pela curiosidade despertada pela midia, que procura manipular a opinião publica, no sentido de faturar alto.
Continue com seu estilo único, com sua simplicidade ao escrever, proporcionando a todas as camadas sociais e todos os graus de cultura, uma compreenção enorme de cada texto que você escreve.

Felicidades e muito sucesso no mercado literário, tanto aqui, quanto lá fora.

Sei que não vai ser fácil e acredito que você já saiba disto, mas pelo bem de nosso país, não desista jamais!

Aparecido Batista disse...

Comentar uma história como essa é sem duvida uma honra. Me sinto cada dia mais orgulhoso em te-lo como amigo. Mias um conto que foi direto e claro naquilo que eu precisava. Muito obrigado meu amigo...

André Bauer Silva disse...

Um resgate ao romantismo e à fantasia, ha muito esquecidos na mente dos homens.

Patricia Moreira Alves disse...

Um lindo conto, cheio de mensagens de fé, de amor, uma verdadeira reflexão sobre nossos comportamentos, não só para com as crianças, mas para com todos os nossos semelhantes. Nos jardins do Paraíso, é mais um de seus contos que me emocionou às lagrimas.
Que você se mantenha sempre assim, lindo, leve, um verdadeiro raio de luz que nos ilumina pelos caminhos às vezes tenebroso de nossas vidas!
Parabéns e obrigado!
Beijos!

vera pariz disse...

LINDO...AMIGO...MARAVILHOSO...COMO SEMPRE FICO ENCANTADA.UMA MISTURA DE TD,MAGIA ,REFLEXÃO E MUITO MAIS...FAÇO UMA VIAGEM E APRENDO SEMPRE.PARABÉNS...AMIGO PERFEITO.BEIJOS NO SEU CORAÇÃO.FICA COM DEUS SEMPRE...

Magaly disse...

Deus é a maravilha do mundo! isso é provável em várias coisas inclusível nessa estória linda e nessa pessoa qeu tem um coração tão lindo a ponto de te uma capacidade imensa de escrever tudo isso. Que as bençãos de Nosso Pai recaiam sempre nesse autor para qeu ele continue a ser iluminado e com isso poder transferir à humanidade coisas lindas como essas.
Parabéns !
Paz para você
Paz para mim
Paz para o mundo.
Magaly

Paulinho disse...

Caro Amigo ... eu realmente sou um previlegiado por ter um amigo como vc.Ao ler o conto marca da vida fiquei tão emocionado que quase não consegui finaliza-lo, e agradeci a Deus que tenho um paizão muito presente na minha vida .Se eu já falava que o amo agora vou falar muito mais ..Um bj obrigado