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domingo, 3 de agosto de 2008

MARCAS DO AMOR...





Ele foi um dia um menino, foi um jovem, um adulto e um dia, ele se casou, os anos se passaram, vieram os filhos, outros problemas foram surgindo na vida e a relação do casal, já não era a mesma. Os dois já estavam com uma certa idade e conviviam por conviver. Em seu lar, eram ele, a esposa, a filha mais velha e o filho mais novo, pois o filho mais velho, havia se casado e foi morar em outra cidade. Ele era bem tratado pela esposa e pela filha, mas o que ele realmente precisava na vida, que era atenção, amor e carinho e isto, ele só recebia do filho mais jovem, que não o julgava, apenas o amava por ele mesmo. O garoto só enxergava nele, os valores internos, não os externos. Ele não queria nada em troca, o amava da forma mais pura e intensa, porque ele era seu pai. Quando ele pensava nisto, nos carinhos e atenção que recebia de seu filho, em sua memória vinha a lembrança de seu pai, daquele que representou tanto em sua vida, mas nunca esteve presente, quando mais precisava dele. Lembrar dos tempos de menino, sem ter o apoio e o suporte de um pai, era muito difícil, lembrar dos traumas que sofreu pela ausência dele em sua vida, sempre o maltratou e nestes momentos, as lágrimas sempre rolavam em sua velha face, quando a imagem daqueles tempos invadia seus pensamentos. Por isto a vida inteira ele correu contra o tempo, contra as horas, trabalhava a semana inteira, muitas vezes, nos sábados, domingos e feriados, pois ele não podia parar, precisava de alguma forma distrair sua mente, pois se parasse, ele iria pensar e pensando, iria relembrar de tudo que aconteceu em sua vida, e se relembrasse, iria enlouquecer.
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Chegou a um ponto, que a sua correria na vida, que fugindo dos pensamentos do passado, ele ficava muito tempo fora de casa e sua esposa, o acusava injustamente de a estar traindo, mas da sentença, ela não sabia sequer, uma virgula. Em um determinado momento, ele já não podia correr mais como fazia quando mais jovem, o peso do tempo já se fazia sentir em suas costas e suas pernas, não o deixavam caminhar direito, já se faziam presentes em seu corpo, todas as aquelas doenças que aparecem com a idade e que terminam com “ite”ou “ose” Artrite, Trombose, e etc. Havia dores em todas as juntas de seu corpo, mas dentre todas as dores, a dor maior era e sempre foi, a ausência de seu pai, uma ferida profunda que se abriu quando criança e que nunca mais cicatrizou. Numa manhã, após ouvir nervoso, ano, após ano, sempre as mesmas reclamações e acusações injustas de sua esposa, sendo criticado por tudo que fazia, após sentir que iria explodir por dentro, ele se retirou sem dizer uma palavra, pois seu coração sangrava, com tanta incompreensão por parte daquela que ele tanto amou. Ele saiu calado, porque achava que se entrasse em discussão verbal com ela, poderia passar mal e ele não queria dar a ela mais trabalho, já que ela agora o considerava um fardo, um traidor, pois nos tempos em que ele vivia correndo na vida, nada tirou da cabeça dela que ele a traia, mas nunca falou sobre isto com ele como deveria ter feito e assim, usava indiretas, não dando a ele uma chance de se defender, assim, ele apenas sofria calado, mais esta dor.
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Deitado em seu quarto, com as lágrimas rolando livremente em sua face, ele se lembrava de seu pai, de como ele sempre o recriminou por ter sido ausente em sua vida, ele finalmente compreendeu, que muito do que aconteceu em sua própria vida, foi causado pelo trauma da ausência de seu pai, mas agora, sendo um pai, sendo criticado pela esposa e ignorado pela filha que ele tanto amava, ele finalmente compreendeu que só é possível compreender um pai, quando se é pai. E entendeu, no mais intimo de seu ser, que só mesmo vivendo como um pai, a gente sabe das carências e consequências de tudo que nos envolve e ele soube, bem lá no fundo de seu coração, que a melhor coisa que ele poderia fazer era pedir perdão e perdoar o seu pai, mesmo sem saber se estava vivo, ou onde estaria naquele momento e sem ter ideia, de como procura-lo. Foi então, que veio uma vontade louca de escrever a ele uma carta, com um pedido de perdão e dizendo que o havia perdoado, mesmo sabendo, que não tinha para onde manda-la, mas ele sentia em suas entranhas, que precisava fazer isto, porque o papel onde ele a escreveria, certamente iria deixar gravadas nele suas palavras, cheias de emoção e então ele começou:
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“Pai, não sei onde você esta, nem se um dia ainda vou te encontrar, mas quero te pedir perdão. Perdoe-me se eu não pude perdoa-lo por tudo que você deixou de fazer por mim e por não ter sido tudo que eu esperava de você. Sabe Pai, desde que eu era bem pequenino, sentia a necessidade de ter pelo menos um pouquinho de sua atenção, quantas vezes eu quis sentir teus braços me protegendo num abraço carinhoso, quantas vezes quis ouvir tua voz falando comigo, me dando conselhos, me ensinando a viver. Pena meu Pai, pena que mesmo estando presente fisicamente no dia a dia de nossas vidas, você nunca tenha se dado ao trabalho de me dirigir tua voz, de pelo menos demonstrar que sabia da minha existência. Como eu gostaria de ter podido dizer a todo mundo com orgulho (Este é meu pai e ele me ama!). Você não faz ideia do vazio que deixou em mim, que sonhava um dia poder te abraçar e te beijar, mas você nunca se aproximou de mim. Pai, eu poderia ter sido muita coisa ruim neste mundo sem sua mão para me guiar pelo caminho certo. Se hoje sou quem eu sou, honesto, integro devo à minha mãe, que apesar de sofrer muito para nos criar, nunca negou seu carinho, sua compreensão e sua mão para nos guiar. Nunca pude esquecer meu Pai, que você aos 58 anos de vida resolveu trocar minha mãe depois de 40 anos de casamento, por uma garotinha de 18 anos. Jamais pude tirar do meu coração a dor de saber, que enquanto minha mãe morria com um câncer terminal, você a traia dentro de nossa própria casa com nossa empregada, com a qual você foi morar apenas 10 dias após a morte de mamãe. Olha Pai, tudo poderia ter sido tão diferente, nosso relacionamento poderia ter sido tão bom, se você me deixasse te amar e demonstrar meus sentimentos, se me tivesse aberto os braços e me dito “filho da cá um abraço !”, se você não tivesse sido tão frio e insensível comigo e com minha mãe. Tudo que você fez e deixou de fazer Pai, vai me acompanhar pelo resto de minha vida, num trauma que nada poderá apagar. Se minha vida hoje, apesar dos sofrimentos causados por sua ausência, tem momentos maravilhosos de alegria Pai, é porque em parte eu não segui seu exemplo com meus filhos e minha neta, porque eu procuro sentir as necessidades de cada um deles e procuro supri-las, da melhor maneira possível, mesmo que muitas vezes, por mais que eu tente e não consiga, pelo menos, me sinto bem por ter tentado. Eu Pai, ao contrario de você, transpiro amor e sensibilidade, jamais vou deixar passar uma oportunidade de dizer aos meus filhos e minha neta que os amo, que são a coisas mais importantes que me aconteceram na vida. 
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Eu hoje Pai, sinto o calor de um abraço, a doçura de um beijo com o coração aberto, sempre com espaço para acomodar a quem mais quiser nele entrar, pois sei que assim nunca estarei só neste mundo, que sempre haverá um coração que bate com muito carinho quando pensa em mim. Mas Pai, eu não quero apenas te dizer de minhas carências, nem apenas apontar erros cometidos pelos caminhos da vida, porque eu também errei e meus erros, não foram poucos pai. Quero dizer a você, que quando chega o dia dos Pais, apesar de todas as alegrias que tenho com meus filhos e neta, sinto tua falta, sinto que existe e sempre existira uma lacuna deixada por você em minha vida, da qual jamais poderei me livrar. Pai, não sei onde você esta, nem mesmo sei se você está vivo ou não, mas sei que nunca poderei esquece-lo, mesmo que minhas lembranças não sejam as melhores. Quem sabe se você estiver vivo, possa ler esta carta, possa ter mudado, possa ter aberto seu coração para o amor. Olha Pai, o que eu gostaria mesmo, era de poder te encontrar, te dar um beijo e um abraço, pedir-lhe perdão por tudo se já não for tarde demais. Perdão por não tê-lo compreendido, perdão por ter esperado muito de você, por não ter reconhecido suas limitações e mais do que tudo, por eu não ter sido bom o suficiente para ter te perdoado antes, muito antes, há exatamente 30 anos atrás, desde que nós nos vimos pela última vez.”
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“Perdão meu Pai, eu sinto e sempre vou sentir tua falta!”
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Quando ele terminou de escrever a carta, estava muito cansado, seus olhos pesavam, ele sentiu que precisava se deitar e descansar um pouco, e lentamente ele se deitou em sua cama, colocando a carta e caneta que estavam em suas mãos no criado mudo. Olhando para o teto, ele sentiu sua visão ficar turva, um frio imenso tomou conta de seu corpo e tudo foi ficando cada vez mais escuro, era como se mesmo sendo meio dia, a noite já tivesse chegado e com ela, as trevas da escuridão. Tudo foi desaparecendo lentamente e de repente, uma luz muito linda e brilhante, foi surgindo do meio de toda aquela escuridão. Em meio àquela luz, um vulto foi surgindo, aos poucos, tornando-se mais nítido conforme se aproximava, e finalmente, ele pode ver de quem era aquele vulto, e num milagre divino, seu coração se encheu de alegrias e emoção, era seu pai, e ele estava de braços abertos, dizendo a ele que tinha vindo busca-lo. Que ele o havia perdoado também e que iria leva-lo para um lugar, onde poderiam ficar juntos para todo o sempre e recuperar todo o tempo perdido, porque lá, naquele lugar, o conceito de tempo não existia, só existiam os sentimentos, onde o amor, era o Rei. Feliz e leve como nunca se sentiu na vida, ele estendeu seus braços ao pai que ele tanto amou em sua vida, e juntos eles se foram, flutuando lentamente, em direção à verdadeira Luz.
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Passou-se a tarde inteira e nem sua esposa, nem sua filha o procuraram em seu quarto, afinal, ele era inconveniente, não produzia mais, não tinha mais utilidade, só dava trabalho e despesas, não tinha mais valor. Mas o filho mais novo, quando chegou do trabalho para se alimentar antes de ir para a faculdade, quis saber porque seu pai não estava na mesa com eles para o jantar, sua mãe e sua irmã balançaram os ombros, como se quisessem dizer que era melhor assim, mas o rapaz revoltado com a falta de sensibilidade e compreensão das duas, levantou-se e foi ao quarto procurar pelo pai. Quando lá chegou, estava escuro, teve que acender a luz e quando pode ver direito, seu pai, estava deitado em sua cama, como se estivesse dormindo. Seus olhos estavam fechados, em seus lábios havia um sorriso e em sua face, uma expressão de paz que ele nunca havia visto no rosto de seu querido pai. Não foi preciso chegar muito perto, ele sentiu em seu peito que havia chegado o momento, que ele havia partido afinal. O rapaz leu a carta que seu velho pai havia escrito e enquanto lia, ele compreendia cada palavra escrita pelo seu amado pai, ele sentia suas emoções emanarem do papel, como se ele estivesse o ouvindo falar e lágrimas de profunda emoção correram livres de seus olhos, e ao terminar, ele tocou com carinho a face gelada de seu querido pai e disse a ele com uma voz doce e suave, da mesma maneira com que ele sempre o tratou, que ele sempre o amou, porque era o seu pai, porque sempre o sentiu presente em sua vida, mas principalmente, em seu coração. 
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No mais profundo de seu ser, o jovem sentiu que seu pai havia partido para finalmente ir ficar com seu avô, mas ele não se sentiu abandonado, pois ele sabia que ele estaria para sempre em seu coração, pois seu velho havia lhe deixado tudo que ele mais quis dele em sua vida, ele lhe deixou, as marcas do amor...
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Autor: José Araújo

 


38 comentários:

Anônimo disse...

Sem comentários,sem palavras...
Deus quando te criou sabia que estava criando uma obra-prima.
Cada dia me surpreende mais com seus textos onde você substitui o teclado ou a caneta pelo seus sentimentos.
Parabénsss...!!!
E Feliz Dia dos Pais!

Luis Enrique disse...

Belíssimo !! de uma profundida, amor e sensibilidade únicas !. O filho que sentiu, num determinado momento, que tinha saudades desse Pai que alguma vez se ausentou da sua vida (não teve palavras nem gestos de carinho), da casa e da familia. Esse mesmo filho que depois foi Pai e não comprendido pela filha nem a esposa, pelas suas supostas ausencias ou introspecçoes emocionais. E o pequeno filho dele, q afinal, foi o único que esteve sempre perto, q o entendía e sem questiona-lo, esteve alí com ele até o final da sua vida. Muito belo, chega até o mais fundo do coração..com certeza que este conto, como outros seus, imita a vida real, que há muitos casos assim ou ainda mais tocantes o qual é dificil. Beijos, adorei José, sinto-me muito honrado de ser seu amigo e de te-lo conhecido não só a si pela Internet, mas também, por meio dos seus contos extraordinarios !! Parabéns !!

bruno disse...

Ola pai gostei do seu texto pois, conta a historia de um homem que é rejeitado pela sua mulher e ele só recebe carinho de seu filho que o ama incondicionalmente pois é seu pai que passou a ter diverssas doenças, mais ainda amando seu pai que resolve escrever uma carta para o seu pai que traiu a sua mulher já com cancêr com a empregada que tinha apenas 18 anos
e assim desaparecendo junto com a jovem e nunca mais iria ver seu pai assim que terminou escrever a carta colocou essa carta ao lado e comeuçou a descançar eternamente seu filho chamou seu pai e ele não respondeu o garoto entrou no quarto acendeu a luz percebeu que seu pai tinha falecido, pegou a carta e a leu, e após terminar de ler compreendeu o que estava escrito...

Assim pai eu achei esta estória realmente bonita.

Beijos

Nara Maria disse...

José, escritor amado, mais uma vez faço esse comentário com as lágrimas rolando copiosamente em minha face. Você é fantástico e consegue tocar profundamente seus leitores mais incrédulos.
Não pude deixar de sentir "as marcas do amor" deixadas por meu saudoso e amado pai. Amo sua sensibilidade, José! Parabéns!

Zenon disse...

José Araújo
Bom falar de seus textos é a coisa mais fácil, pois você escreve muito bem.
Mais este texto me emocionou muito por falar de Pai.
E você não preciso nem falar que é um
escritor fantástico!!!
Parabéns e um Maravilhoso Dias dos Pais!!!

mdb disse...

É Jose está chegando o dia dos pais e começam as lembranças.
Eu graças a Deus tenho pai, mas o tive ausente muito em minha vida como esse pai que nunca deu carinho ao filho que tanto o amava.Sempre é a mãe, ontem e hoje, faz os dois papéis, mas há graças a Deus muitas exceções.
O pior de tudo são os traumas deixados nos filhos, eu pergunto que culpa tiveram para ganhar essa herança? Nunca as pediram, mas foram imposta pelas circunstâncias da vida.
Para mim o pior é a traição. Qual filho ou filha aceita ver o sofrimento da mãe, a humilhação daquela mulher tão frágil diante deste monstro chamado traição.Chega a ter até vergonha das pessoas conhecidas e se trancam em casa.
O pai curtindo a vida com a mulher novinha.E a mãe acaba partindo com a doença incurável, que talvez apareceu, devido a dor da separação.
Ainda bem que deu amor ao filho. Pode ensinar o certo e o errado e ele aprendeu bem, pois havia o amor.
Cresceu e formou família.
Tudo que não teve do pai, deu aos filhos, mas sempre sentindo falta do pai, mesmo já sendo pai, é porque o trauma nunca o deixou e ele sofreu até o momento que já cansado resolveu escrever para o pai, perdoando e pedindo perdão. foi muito lindo o encontro dos dois.
E mais belo foi o filho dele encontrá-lo morto e ter o sentimento mais nobre de um filho. Eu amei meu pai em todos os momentos de minha vida. Oh! Missão bendita essa desse filho amoroso.
Jose Deus foi maravilhoso comigo e meus irmãos, levou minha mãe que adorávamos, mas deixou nosso pai, para aprendermos amá-lo e perdoá-lo.Hoje ele tem 90 anos. E é muito bem cuidado em sua própria casa.
Você Jose que é um super pai parabéns pelo lindo texto que mexeu comigo e tive o atrevimento de contar a minha vida.Desculpe meu anjo amigo.
Beijos de carinho da eterna amiga,
Marilene Dias.

Nadja disse...

Meu amigo que coisa emocionante, senti nesse seu texto muito pouco de ficção, estaria eu enganada? Fiquei comovida, infelizmente essa data do dia dos pais lembra o meu que ja se foi mas que me encheu de amor, carinho, dedicação, enfim, fui amada demais e ele sempre foi meu exemplo, meu tudo. A vida continua, hj meu filho já é pai, mas como sempre foi muito amado, ja é facil transmitir todo esse afeto a seu bebezinho. Obrigada por me trazer a tona tantas lembranças boas, cada linha que eu li dava graças ao Pai por ter vivido debaixo de braços amorosos e fortes.
Parabéns, confesso hj estar com um pouco de dificuldade de comentar, meu heroi ja se foi e ainda doi muito essa falta que ele me faz, foi um pedaço de mim que me deixou.
Beijos maninho, amo vc.

Flavio Militello disse...

Nada poderia ser tão perfeito para a semana dos pais!
Este conto que é muito mais do que uma estoria sentimental, é uma lição de vida para muitos que tem seus pais vivos e não lhes dão o devido valor, assim como para os pais que são ausentes nas vidas de seus filhos, sem noção do mal que estão fazendo a eles.
A mente humana trata da razão, mas o coração rege os sentimentos e não pode haver maior sofrimento do que se sentir abandonado, se sentir incompreendido, seja pelos filhos, ou pelos pais.
Você com este dom divino que Deus lhe deu, traz neste conto uma mensagem imperdível de amor, de fé, de que nós meros mortais, não temos o direito de julgar a ninguem.
As pessoas tem bloqueios que muitas vezes vem desde a idade mais tenra e é muito dificil superá-los sem a ajuda e a compreensão daqueles que as rodeiam.
Parabéns por mais esta obra de arte literária que não poderia ter sido escrita por mais ninguem além de você José!

Abraços, com todo meu respeito e admiração pelo ser humano impar que você é!

Antecipadamente, deixo aqui registrado a você os meus votos de um feliz dia dos pais!

Aracely Lousada disse...

Uma mensagem única e que só poderia ter vindo de uma mente igual à sua José!
Lindo, excepcionalmente cheio de emoção!
Beijos meu escritor favorito e que Deus lhe permita continuar a nos fazer tanto bem com tudo que você escreve com o coração!

Sua amiga que te ama demais,

Aracely

Eduardo Santos disse...

Cara! Você quer me matar???
Esgotei meu estoque de lágrimas lento este conto que é muito mais do que emocionante!
Quem dera eu tivesse meu pai vivo, para poder dizer a ele que o amo, que peço perdão por tudo que não fiz por ele, pela incompreensão que habitava meu coração!
Choro hoje, com profundo sentimento, por sentir no peito a dor da perda de alguem que se foi e a quem não dei a chance de me amar.
Espero que quendo tiver os meus próprios filhos, eu me lembre desta lição de amor e despreendimento que você acaba de nos dar com este conto maravilhoso!

Cara, sempre fui teu fã, mas de agora em diante, serei muito mais, porque alguem como você, só pode mesmo ser uma obra prima de Deus!

Beijos meu amigo!

Amo você!

Edson Santos disse...

Seu filho Bruno certamente ira se lembrar de você com amor e carinho quando você partir, pois é possivel perceber nas palavras dos comentários que ele faz em seus contos que ele te ama demais.
Um pai como você é raro hoje em dia e quantas e quantas crianças neste mundo não estão sentindo em seus peitos as carencias de seu personagem principal?
A humanidade precisa se conscientizar de que não se pode rotular as pessoas por suas atitudes, que por trás delas sempre há o outro lado da moeda.
Pessoas são carentes, tem seus traumas, tem suas necessidade e cabe a nós ama-las pelo seu interior, sem julga-las pelo que ouvimos os outros falarem delas, muito menos pelas evidências que achamos enxergar em seu lado exterior.
Nem Freud, nem Yung conseguiram explicar de forma convincente os comportamentos do ser humano, quem somos nós para julgar e atirar a primeira pedra, sem nem Deus o faz?
Absolutamente perfeito e verídico seu conto e nem parece ficção, porque casos como o de seu personagem são comuns ao redor do mundo.
Só peço a Deus que ilumine as mentes das pessoas que convivem com pessoas nesta situação, para que lhes deêm carinho, amor e compreensão, pois não há mal que o verdadeiro amor não cure.

Como sempre, perfeito!

Andrea disse...

Meu amigo, confesso que você me emocionou mais uma vez com seu conto.
Fiquei pensando nas pessoas que as vezes criticam seus pais, mas aprendem a dar valor somente quando o perdem.Eu felizmente ainda tenho meu paizinho ao meu lado, e não sei se estou preparada para perdo-lo um dia.

Beijos meus amigo e continue nos emocionando cada vez mais com seus contos.

Alvaro Garcia disse...

De uma riqueza de sentimentos imensa, o conto com que você nos brindou esta semana é sem dúvida nenhuma, mais do que uma lição de vida!
Quantos pais não se sentem menosprezados, oprimidos, magoados e não tem com quem desabafar, com quem por para fora toda a sua angustia e setimentos guardados no peito, que os machuca profundamente e as pessoas ao seu redor não conseguem enxergar, o quanto são egoistas em pensar somente nelas!
Estas são marcas da vida que ficam para sempre e perduram pela eternidade nos corações tristes e oprimidos destas pessoas.
Por outro lado, quantos filhos tambem não sofrem por não receberem daqueles que são seus pais a devida atenção e carinho, coisa muito pior, pois é na formação de uma personalidade que se fixam os traumas que muitas vezes não tem solução!
É meu amigo José! É a vida! É o modo de encarar o relacionamento com o próximo que precisa mudar!
As pessoas precisam passar a compreender que tanto pais, quanto filhos são humanos e por sua vez passíveis de erros e erros foram criados para serem perdoados segundo a lei de Deus!
Perdoai e serás perdoado!
Seria muito bom se parassemos por algum tempo, para pensar em nosso comportamento para com a queles que nos rodeiam!
Ainda temos que evoluir muito para que esta consciencia veja se alojar em nossas mentes!
Somente uma pessoa de espirito evoluido como o seu poderia nos levar a refletir com um conto desta magnitude!

Parabéns pela capacidade incrível que você tem de nos fazer pensar sobre como agimos, como nos comportamos perante os problemas emocionais que surgem durante a nossa vida!

Sucesso sempre!

Abração do seu amigo e fã sincero,

Alvaro Garcia

Helena Cavalcante disse...

Nem é presizo dizer que mais uma vez você me emocionou às lágrimas José!
Para quem ainda tem um pai como eu e que já passou por poucas e boas na vida, para compreender a grandeza de sua mensagem através deste conto que é maravilhoso!
Erros todos nós cometemos na vida, afinal, ninguem é perfeito e livre falhas de julgamento, mas é preciso ter um espirito avançado e iluminado para ter a humildade de perdoar e pedir perdão!
Tal como seu personagem, já tive a oportunidade de presenciar maus tratos, demonstrações de frieza por parte de filhos para com os pais e o resultado, é sempre o mesmo, quando se chega no final da jornada da vida, o arrependimento entra portas adentro do coração sem pedir licença e vai destruindo devagar a pessoa que o sente.
Tanto pais como filhos, maridos ou esposas, precisam aprender a enxergar o que há de melhor do lado de dentro de cada pessoa e valorizar o que enxergar, pois ninguem neste mundo esta livre de cometer enganos, injustiças, de maltratar aqueles que nos amam, muitas vezes pela incapacidade de enxergar alé da matéria.
Deus sabe o que faz, se não nos arrependemos durante a vida se não aprendemos a perdoar, a gente sofre as consequencias nos final.
Belissima mensagem meu amigo e escritor favorito!

É por isto que aprendi a amar você!

Beijos!

Sonia da Rocha Lima disse...

Retornando ao seu habitat literário

Amigo,
assino embaixo tudo que escreveu sobre pais e filhos.
O meu pai é o meu herói e até hoje ainda não me decepcionou.E se um dia isso acontecesse...perdoaria também.
Quem não erra não vive!
Existe pequenos erros e grandes erros!
Como diz o ditado:"Errar é humano"!
E saber perdoar também.
Você é uma pessoinha de grande sensibilidade.
Bjsss...milll...

Sonia da Rocha Lima disse...

Esse Anônimo também sou eu!!!(Risos)
Ser loira é um grande problema!
Bjsss...milll...

Douglas disse...

Boa noite meu querido e amado AMIGO!!!
Espetacular seu conto, me emocionei muito pois me fez pensar ainda mais em meu Pai... que foi assassinado ainda jovem com 40 anos. Com meu Pai... ele me ensinou tudo, me ensinou a ser quem sou, ter carater, ser forte, ser honesto,etc. Meu Pai tinha lá seus defeitos como qualquer pessoa normal tem, mas ele não quiz fazer com seus filhos o que meu avô fez com os dele. Meu Pai ara meu amigo, era Pai, meu heroi... Ainda me pego chorando quando ouço a música "Acalando" de Dorival Caimmy. Essa música me faz lembrar de minha infância, quando meu Pai me fazia dormir... Pai onde estiver... seu filho aqui sente muita saudades, você é eterno em minha lembraças, e, vivo em meu coração. Te amo!!!
E amo você também meu AMIGO, por sua sensibilidade, sua inteligência, por sua amizade, etc...
Você é especial FELIZ DIA DOS PAIS grande beijo em seu coração!! Do seu AMIGO Douglas

Vera Sampaio Arruda disse...

Dia dos pais, um dia criado pela mídia, para o consumo, não um dia para ficar ao lado dos pais lhe dando carinho e atenção como deveriamos. Um dia onde o pai ganha alguns presentes, alguns abraços e o famoso "Feliz dia dos pais, papai!"... Será que é isto mesmo que os pais esperam da gente? Será que presentes podem preencher suas necessidades emocionais? Certamente que não! Contudo, a sociedade cria pontos de referencia para tudo, dia das mães, dia dos pais, dia das crianças, tudo puro comercio, tudo é unicamente em função do consumo. Não há uma preocupação em dar aos homenageados aquilo de que realmente eles necessitam, seja criança, seja adulto. Quem sabe um dia, a humanidade acorde para o fato de que o maior presente que se pode da a uma pessoa, é o amor, mas um amor incondicional, sem cobranças, sem segundas intenções. Há no mundo com certeza, seres humanos que realmente são humanos e tanto dão quanto recebem, mas na verdade, esta espécie esta se extinguindo e assim como se faz um movimento para salvar o planeta, alguem precisa começar a relembrar os homens dos verdadeiros valores e isto Jose, você faz com perfeição!
Lindo demais seu conto meu amigo, quem dera houvessem mais pessoas como você, que aborda o tema de relacionamento humano de uma maneira de só você o faz!
Parabéns meu amigo querido!
Te amo demais homem de Deus!

Paulinha SBC disse...

Ainda não há uma vacina efetiva contra o cancer e contra a aids. Talvez esteja para nascer aquele que trará para a humanidade o remédio que ira erradicar estas doenças devastadoras, mas pior do que o caner e a aids, é o rancor, o ódio, o remorso e a culpa na cosciencia, que corroem não só a alma, mas tambem o coração e a morte que eles causam, é lenta e é uma morte em vida. São males para os quais já existe cura desde que Jesus esteve entre nós. Perdoar e pedir perdão, cura qualquer um que esteja acometido por estes males e é um remédio que não é ruim, não é amargo, não doi ao ser ministrado, faz milagres acontecerem, exatamente como aconteceu, com personagem principal de seu conto.
Não podeia esperar nada diferente de você nesta semana dos pais José!
Você é no minimo, perfeito!
Beijocas de sua amiga e fã de carteirinha,

Paulinha

David Daskal Hirshbush disse...

Onde quer que meu pai esteja, que ele ouça o meu pedido de perdão, pois mesmo estando longe dele há muito tempo, sei que vai ouvir onde estiver a voz do meu coração!

Amigo perfeito, você é perfeito demais!

Obrigado por me emocionar mais uma vez com seu conto tão especial!

Maria Luiza Magalhães disse...

A cada vez que venho aqui, na intenção de comentar, abao me detendo para ler os comentários de seus amigos e leitores e em cada um deles, há uma maneira toda especial de se expressar sobre o que sentem sobre teus contos.
Fico imaginando, quanta gente neste mundo gosta e precisa de palavras de luz? Quantos e quantos mais poderiam estar lendo as coisa lindas e emocionantes que voce escreve?
Junte tudo que escreveu José e publique um livro, dê a ele o titulo que é seu referencial.
Por um mundo melhor José, este é o titulo de seu livro e tenha absoluta certeza disto.
Um dia você vai me dizer que eu e tantos outros tinhamos razão.
Não espere, faça acontecer!

Beijos querido e muito sucesso na vida, para que muitas outras pessoas possam conhecer seu trabalho que para mim, é pura Luz!

Hector Piodovani Muniz disse...

Quantas saudades eu sinto de meu velho pai!
Lendo seu conto, me deixei levar pela imaginação e literalmente pude visualizar a familia, o pai trabalhador incansável que envelheceu e já não mais tinha saude, a mulher que não o compreendia e fazia da vida dele uma mar de angustias pelas desconfianças infundadas e não declaradas claramente, as insinuações, as críticas e até a maneira como ela o enxergava já velho, dependente de ajuda para muita coisa, a filha que não lhe dava o devido valor, que o ignorava, talvez atér sem saber quanto o feria com a indiferença dela e finalmente o filho mais novo, que o amava incondicionalmente e que lhe dava carinho e amor, porque o amava pura e simplesmente.
Pude até ver quando ele partiu deste mundo, sózinho em seu quarto e até me atrevo a dizer que quando ele viu seu pai surgir do meio daquela luz, ele deve ter se sentido como o garotinho que ele foi e a alegria de ver seu pai tão querido lhe estender a mão dizendo que tinha vindo buscá-lo!
Nossa foi emoção demais desde as primeiras linhas de seu texto José!
O ponto que mais me tocou, foi quando ele escreveu a carta a seu pai, pedindo perdão por não telo perdoado antes e perdoando afinal!
Somente uma alma pura e um coração cheio de amor pela vida e pelos semelhantes, poderia criar um conto como este que na minha opinião, é uma mensagem diferente e perfeita para a semana que antecede o dia dos pais!
Mais uma vez quero parabeniza-lo pelo trabalho de conscitização da importancia de ser um ser humano, reconhecendo com humildade que ninguem é melhor, ou pior, pois como voce mesmo disse, o que nos difere uns dos outros é a alma e o coração!
Abração e o meu obrigado por mais este conto de peso que só voce poderia escrever!

Gloria Meirelles disse...

Meu amado amigo José, a cada conto seu eu o admiro mais por sua capacidade de compreender os problemas emocionais que podem ocorrer em nossas vidas e pela maneira como você nos coloca através de seus textos a sua opinião, que aliás, é um fato raro hoje em dia, pois as pessoas hoje são muito superfulas e não gostam de envolvimentos emocionais por medo de sofrer.
Voce já sabe dos problemas que passamos com o Oswaldo quando ele ainda trabalhava, da sua ausencia em nossas vidas, mas graças ao bom Deus, ele não morreu, ele viveu e vive para reparar seus erros com muito amor e pedir perdão foi a coisa mais maravilhosa que ele fez em sua vida.
Por isto nós o amamos e perdoamos e tambem pedimos perdão por não te-lo compreendido na fase mais dificil de nossas vidas.
Nunca o acusei de infidelidade, sentia às vezes uma insegurança que quase me matava, mas pelo bem dele, do meu e de nossos filhos, eu nunca o magoei por isto. Se o tivesse feito, teria me arrependido pelo resto de minha vida.
Eu e ele, estamos já com uma idade bem avançada e não convivemos por conviver, nós nos amamos e nos respeitamos pelo que somos internamente, pois a ilusão da beleza fisica, não mais faz parte de nossas vidas.
Imagino o sofrimento do pobre velho, a angustia de não poder reagir às acusações por problemas de saude e mais ainda, imagino o trauma que ele viveu a vida inteira e isto, sem ser compreedido pela esposa e pela filha.
Abençoado foi o filho que esteve presente até quando ele partiu.
Tudo que voce escreve Jose, tem muito de amor, de fé, de esperanças de que as pessoas compreendam a importancia de aprendermos a conviver com o próximo, procurando compreender a cada um, do jeito que é, e ajudar sempre que for possivel!
Um beijo de sua amiga que te ama muito,

Gloria Meirelles

Oswaldo Meirelles disse...

Caro José, não tenho palavras para comentar este conto que me tocou demais o velho coração!
Tudo que a Gloria escreveu, tudo que ela lhe disse em seu comentário foi real e até hoje, agradeço a Deus por ter me dado uma familia como a minha!
Desculpe, mas não posso continuar.

Abraços fraternos do amigo de sempre:

Andrevna Maria Kirshner disse...

Sabe Jose, minha mãe era a general do exercito de nossa casa, ela não dava moleza para nenhum de nós e todos corriamos para os braços de papai.
Ele eraum doce de pessoa, nos dava todo o carinho e amor que não recebiamos de nossa mãe e assim foi desde sempre, foi assim qua cada um de nós conheceu nosso pai desde que nos entendemos por gente.
Sabiamos que ele sentia falta de carinho e compreenção por parte de nossa mãe, mas elenunca reclamou,apenas abaixava a cabeça quando ela começava a gritar como um general faz comos soldados rasos e iapara o cantinho delena garagem de nossa casa, onde trabalhaou até os ultimos dias de sua vida com marcenaria.
Mamãe se foi antes dele,sentimos sim a sua falta,mas não tanto quanto sentimos quando ele se foi.
Entendi perfeitamente a mensagem de reflexão que você passou através deste conto maravilhoso e cheio de emoção!
É um bálsamo para o coração ler o que voce escreve Jose!

Obrigada de coração por me trazercom tanta força a lembrança de meu querido pai!

Beijos e que Deus te abençoe!

Aline Palhares Munhoz disse...

Nem sei o que dizer!
Quanta veradade existe neste texto!
Somente sendo pai ou mãe para saber o que eles sentem!
Nós filhos muitas vezes somos egoistas, só pensamos em nós mesmos.
Esquecemos de que nossos pais são pessoas comuns, gente como a gente, que sente, que sofre, que pode ter traumas!
Perfeito para a semana dos pais!

Beijos querido! Amo voce de coração!

Paulinho disse...

Oi amigo olha eu outra vez... estou adorando seus contos não posso ler todos de uma so vez mais estou lemdo um por dia agora mesmo acabei de para sempre Gina uma historia envolvente e muito bonita espero que nest mundo de meu Deus possa ter existido um grande amor quanto esse da (gina)um grande abraço...fica com Deus

Betina Martins de Almeida disse...

Parece que estou vendo meu querido pai que já se foi...
Ele era uma pessoa fechada, não era de falar muito, mas pensava demais, tinha uma mente brilhante e por vezes eu até acho que ele não encontrava com quem falar no seu próprio nível de intelectualidade.
Trabalhava muito e quando chegava em casa cansado, entrava muitas vezes sem fala nada com ninguem, tomava seu banho, se alimentava e ia dormir porque tinha que levantar muito cêdo.
Quando eramos pequenos, sentiamos muito sua falta de atenção para conosco, mas conforme fomos crescendo e aprendendo a viver, passamos a compreende-lo e perceber que por trás daquele homem aparentemente sem sentimentos para conosco, havia um coração maravilhoso que nos amava muito, mas não sabia como demonstrar.
Eu e meus irmãos, aos poucos, fomos nos aproximando dele até que um dia ele já não era mo mesmo, conversava conosco sobre tantas coisas, nos dava conselhos e até confessou que sentia uma carencia muito grande de afeto por parte de mamãe e de nós, mas ele como uma pessoa de mente brilhante e com um coração que não tinha tamanho, acabou percebendo o bloqueio que havia entre nós a tempo.
Vivemos muitos anos curtindo nosso novo pai e quando ele se foi, foi uma perda imensa, uma dor muito grande invadiu nossos corações.
Lendo seu conto, vi uma semelhança entre o que aconteceu em nossas vidas com as vidas de seus personagens e acho que sua mensagem não poderia ser melhor para esta época, pois tenho certeza de que existem por ai afora, muitos pais e filhos que ainda tem tempo de acordar para o amor.
Obrigado José Araújo!
Não nos conhecemos, mas temos os mesmo principios na vida que é levar as pessoas a viver melhor, refletindo sobre nós e tudo que existe à nossa volta.

Beijos a você com carinho e admiração!

Diana disse...

Sabe, José, cada texto seu, pra mim é um aprendizado a mais, um ensinamento, uma referência...
vc tem um grande talento q é nos fazer emocionar... pq qdo eu leio suas mensagens eu me coloco no lugar dos personagens e vivo cada palavra que leio. O mais interessante é que por trás de cada linha escrita há sempre uma lição a aprender. Não tenho palavras p expressar o q estou sentindo neste momento...
vc é maravilhoso, impar, único...
Grande abraço, meu amigo.
Amo vc de todo coração!

Giovana Augustin disse...

Com sentimentos humanos não se brinca, mas a humanidade parece desconhecer esta regra principal para uma convivência de qualidade com os nosso semelhantes.
Pais e mães são pessoas como quaisquer outras, mas os filhos negligênciam esta realidade muitas vezes por imaturidade e só vão reconhecer esta verdade quando já estiverem vivendo como tal.
Muitos pais, devido a problemas em sua formação educacional e em sua personalidade devido a carencias não resolvidas na infancia, repassam aos filhos toda a mágoa que carregam em seus corações e o resultado disto é um desastre na vida deles desde pequenos, muitas vezes indo até o fim de suas vidas.
Seu personagem nos mostra que ele viveu a vida inteira carregando no peito e na mente uma carencia que nunca foi resolvida devido ao relacionamento dificil que teve com seu pai, mas procurava passar aos filhos e à neta o melhor que tinha dentro de sí, ou seja o amor que sempre lhe faltou por parte de seu pai.
Sua esposa, no final de sua vida tambem deveria carregar dentro de si problemas sentimentais e afetivos que devem ter sido gerados em algum ponto de sua vida e agia com seu velho marido sem pensar nas consequencias do que estava fazendo.
A filha, com sua indiferença para com seu velho pai, provavelmente só enxergava seu lado externo, não se preocupava em saber o que ele realmente precisava por parte dela.
Enfim, o relacionamento entre os seres humanos é na maior parte das vezes dificil de ser conciliado para tratar das necessidades de cada individuo.
Somente tendo uma mente aberta para vida e podendo enxergar fatos da vida como este caso de seu personagem é que se pode tentar minimizar os sofrimentos causados por carencias e necessidades físicas e emocionais.
Realmente você esta de parabéns, pois ao ler seus contos, percebo que em quase todos eless, sua preocupação é a de levar à reflexão sobre nossas atitudes na vida, para tentar de alguma forma ajudar à humanidade a viver num mundo melhor.

Com meus profundos respeitos pelo seu trabalho e admiração sincera pela qualidade de seus contos, deixo-lhe um abraço carinhoso, desejando a voce, toda a sorte e felicidades neste mundo, onde é tão dificil encontrar pessoas com sua linha de rasciocínio.

Débora Cristina Costa disse...

Caro José Araújo, estive aqui ao lado da Giovana lendo muitos de seus contos e posso dizer que você tocou profundamente nossos corações!
A Giovana é uma pessoa sensivel, mas controla suas emoções, mas eu não pude conter as lágrimas e o fato de sentir tão profundamente as mensagens que você passa através de seus textos, chorando de emoção, fez com que de alguma forma eu estivesse tirando um peso imenso de minhas costas ao demonstrar toda a minha emoção.
Obrigado por existir e ser uma pessoa impar,tão impar que não acredito que hajam muitos como você neste mundo de guerras, de intriga, onde muitos tiram do proximo o sossego e a paz de espirito a troco de nada.

Beijos querido!
Amei conhecer seu trabalhos lindos e que fizeram um bem imenso ao meu coração!

Rodrigo Costa disse...

Sem palavras!
Tudo que posso fazer neste momento, é refletir...

Obrigado por me alertar antes que fosse tarde demais!

Beijos neste coração maravilhoso que você tem José!

Thadeu Alcantara Maya disse...

Que neste dia dos pais, os filhos, os netos, as esposas, não se restrinjam aos presentes, que doem a estes herois todo amor, carinho e atenção que eles merecem!

Parabéns pela qualidade do trabalho que você faz aqui rapaz!

Abração!

Maria da Luz Novais disse...

Não pode haver nada mais precioso em nossas vidas do que nossa familia e nossos pais, nossas mães são os pilares destes castelos que nos abrigam e que chamamos de lar.
Estes pilares podem ser eternos em nossas vidas, mas eles tambem podem desmoronar a qualquer momento.
Cabe a nós analizar os alicerces que os sustentam na vida e cuidar para que suas bases sejam sólidas.

Tudo depende de nós na minha opinião, pois nossos queridos velhos, já deram muito deles por nós, mas normalmente não enxergamos seu lado pessoa, gente, indivíduo, que tem tantas ou mais carencias que nós.

Perfeito José!

Que Deus o abençoe!

Nathalia Mascarenhas disse...

Meu Deus!
Como podem alguem ser tão sensivel como você José?
Com quantas coisas voce ocupa sua mente em prol do bem estar dos seus semelhantes!
É um dom divino o que você tem querido!

Obrigada por ser assim e compartilhar conosco tua obra, teu coração!

Beijos!

Katia Cristina Madeira disse...

Depois de ler este conto, nda me resta a não ser dizer a você que lhe desejo um feliz dias dos Pais e que nele você receba de seus filhos, não só os presentes, que aliás, nem tem razão de ser, qye você receba deles todo o carinho, atenção, respeito e amor que você merece grande escritor!

Feliz dia dos Pais meu amigo!

Beijos mil!

Antonio Carvalho disse...

Meu querido como sempre mais uma vez vc me emocionou e me fez reviver um passado que estava escondido dentro de mim. Um passado onde aos 18 anos sai de casa em busca de um mundo melhor e só encontrei dor mas esta dor me fez crescer e valorizar aquele que um dia eu cuidei ao voltar até seus ultimos momentos. Meu pai. Obrigado por vc existir e ser meu amigo. Adoro vc sempre.
Bjosssss

Allan disse...

É muito lindo,eu tenho apenas 16 anos,mas tenho um pai igual a esse da história.Mas não vou deixar nunca de ama-lo.Mesmo que pra isso eu tenha que amar em silêncio...
Mas é muito linda mesmo..!!.Parabéns..e olha me emocionei muito..